terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Informações sobre Circuito das Estações - Verão (21/12/2014)

 
 
A largada será de frente ao Estádio do Pacaembu - Na Praça Charles Muller
 
Prova de 5k - Largada as 7:30           
Prova de 10k - Largada as 8:30   
Retirada de Chip 5/10k: Até 30min antes da sua largada
 
Vamos nos encontrar às 7:00hrs do lado do guarda-volumes? Assim a gente aproveita para pegar o chip e tiramos uma foto da nossa equipe, incluindo nossos pipocas.
 
Dicas da Cláudia: Procure chegar cedo, pois nas imediações costumam ter flanelinhas por todos os lados. Deixe o carro longe do local, isto facilita para ir embora depois.
 
Se for de metrô (eu vouuuuu!!!!!), é uma caminhada boa (média de 2,5/3k). Vou aproveitar para aquecer. Estações próximas: (Estação das Clinicas, Estação N.Sra. de Fátima - Sumaré, Estação Marechal Deodoro)


Kit da prova: 
Vou tentar pegar os Kits na quinta a tarde (18) e/ ou sexta-feira (19)... Não esquecer de levar nr. de peito para poder pegar o chip no dia.


Prova:
Procure hidratar em todos os posto ( 2 a 3 goles d'água por posto, demais molhe os pulsos, nuca, testa e/ou jogue na cabeça),
Não coma nada de diferente no dia anterior e no café da manhã (café da manhã, é essencial).



 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

3a. Corrida de Natal

Saindo de casa às 6h30
Cortando o parque
Nesse domingo fiz a 3a. Corrida de Natal. Foi a primeira corrida de rua que participei de "Pipoca". Minha decisão em não pagar essa inscrição aconteceu porque os valores das corridas são bastante salgados entre R$ 70 e R$ 120,00. Como em dezembro já paguei a do Circuito das Estações - Verão, a verba acabou. Correr de pipoca é legal, mas acho que quando estamos com o chip e vamos receber a medalha no final, ficamos mais empenhados. Uma pena realmente que os valores de participação sejam tão caros.



Logística
A Corrida de Natal aconteceu na avenida que fica entre o Parque Ibirapuera e a Assembléia Legislativa. Teve corrida de 5 e 10k e também caminhada. De uma forma geral foi muito bem organizada e teve uma alta participação, considerando a época do ano.

Durante a corrida
Como todos os eventos que acontecem em São Paulo o grande problema é a mobilidade. Não existe metrô que atenda essa área. E para ir de ônibus seria preciso sair de casa com muita antecedência, tipos uma hora e meia antes. Como estava sozinha não quis sair antes do sol nascer. Então resolvi ir de carro. Moro no Bairro da Saúde e o percurso até o Parque Ibirapuera leva em torno de 15 minutos (olha só a diferença!).

As ruas no entorno da Assembléia estavam fechadas e as poucas vagas que existem estavam sendo "guardadas" por flanelinhas. Então resolvi estacionar o carro do outro lado do parque e caminhar até a largada da corrida, mais uns 15 minutos. Nesse local, perto da Igreja Santo Ivo, também tem flanelinhas, mas que "trabalham" com contribuição e não com valores fechados. A diferença pode ser de R$ 20, perto do evento, para R$ 2,00 nos outros portões do parque.

Clima e temperatura
O sábado foi bem chuvoso em São Paulo e o domingo acordou abafado mas bastante úmido. Tanto que coloquei uma regata e não passei frio ao sair de casa. Cheguei no Parque Ibirapuera por volta das 6h45 e o sol começou a sair. Acho que essa é a melhor parte de correr: me forçar a acordar cedo e curtir a manhã no final de semana. O parque estava bem vazio e o cheiro da natureza nessa hora da manhã é maravilhoso.

A árvore de natal
Minha irmã Fernanda e incentivadora
Encontrei com a minha irmã e a Luciana (que fez sua grande estréia nessa corrida) na Praça do Porquinho. Caminhamos até a Assembléia e ficamos aguardando a largada por mais uns 10 minutos.

Corrida e o trajeto
O que mais gosto nessas corridas é ver tantas pessoas juntas por um único objetivo: saúde. Além de um clima muito amistoso sem brigas ou discussões, é delicioso ver famílias inteiras (incluindo cachorros) correndo ou caminhando. Nessa corrida houve uma grande participação de portadores de deficiência física e um grupo grande de voluntários que colaboravam com esse público. Foi muito legal ver que algumas pessoas associam o prazer desse esporte com um trabalho social.

#focanacorrida
O trajeto da Corrida de Natal é muito legal. Amo correr em avenidas que sempre passo de carro. A gente consegue ver detalhes que passam desapercebidos no dia a dia: como o monumento conhecido como "Deixa que eu Empurro". Mas o ponto alto foi ver a Árvore de Natal e o trem do Papai Noel de tão pertinho. Quase parei para fazer uma selfie - sqn.

Inclusive, logo depois da árvore foi a parte do percurso que sofri bastante e meu batimento cardíaco foi para os céus (186 bpm). Além de estar super atacada da sinusite, o que atrapalha a respiração, ainda estamos numa época do ano que rola muita confraternização (olha a brejinha aí - kkkkk). Esse trecho de subida, com o sol bem forte e de frente, quase morri. Tive que diminuir até chegar na caminhada e me hidratar. Ainda assim, segundo meu cronômetro, fiz um tempo melhor que as corridas anteriores. Já consigo manter um ritmo durante toda tempo de prova.
Outro probleminha: na semana passada virei o pé com um sapato que está ficando largo (a gente emagrece no pé também) e fiquei com o tornozelo sensível. Senti bastante dor durante a corrida e hoje ainda está doendo. Hoje a noite começarei a aplicar algumas pomadas para estar zerada no próximo domingo.


Amigos
Nessa corrida tivemos a participação da Luciana, amiga da minha irmã. Espero que ela tenha se contaminado com o bichinho da corrida para fazer parte do nosso grupo. A Patrícia também veio com a gente. E olha que já tinha corrido no sábado no Pacaembú. Como eu, ela está usando essas corridas como preparação para os circuitos pagos.

Amigas de sempre e as novas também
Mico
Não podia deixar de contar o meu mico. Bebo muita água de manhã e para não prejudicar a prova costumo ir ao sanitário antes da prova. Como o parque estava vazio resolvi ir ao banheiro do próprio Ibira para não precisar usar os banheiros químicos. Só que errei de "casinha", entrei no banheiro masculino. Só percebi depois que já tinha feito meu xixi e percebi que havia mictórios. Aff... ainda bem que só estavam os vendedores armando suas barraquinhas do lado de fora do banheiro, senão seria o maior mico.

Agora é só me preparar para próxima corrida que já é no domingo que vem!


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Refluxo vésico - Daniel

Dani fazendo careta
E o Daniel vem vencendo ano a ano sua luta por permanecer saudável, mesmo tendo o Refluxo Vésico-Ureteral de nível 5. Sei que de todas as doenças infantis essa é uma das que causam menor impacto físico e psicológico. Afinal ninguém percebe que ele tem um "defeitinho de fabricação". Ter apenas um rim funcionando também não gera dor ou dificuldades, agora que ele não tem mais infecções. Mas para os pais qualquer problema é motivo de preocupação.
Todos os anos passamos pela bateria de exames, que começam lá por março. Exame de urina, depois exame de sangue. Consulta com o médico, aí vamos para o ultrassom e só então vamos para a Cintilografia Renal, com DMSA. Tudo isso para verificar como os rins estão trabalhando e constatar que o refluxo ainda está lá. Toda essa caminhada se encerra em dezembro.

Meu menino aprendeu a lidar bem com as "injeções". Para ele, tirar sangue ou injetar contraste é tudo a mesma coisa. Não chora, não faz escândalo e as enfermeiras adoram tratar dele. É super conhecido no Fleury da Cincinato Braga, no Bairro do Paraíso, em São Paulo.

Esse ano o Daniel passou os 12 meses sem tomar antibiótico e, o melhor, não teve nenhuma infecção urinária!

Além dos tratamentos também temos as nossas crenças. Todos os anos, visitamos o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Essa visita irá acontecer até o Dani completar 10 anos. Aproveitamos essas visitas para agradecer, afinal o nosso pedido de que ele não precise passar por uma cirurgia, vem sendo atendido ano a ano.

Mas o que é o refluxo vésico-ureteral?
Link para a página do Sírio de onde tirei a explicação abaixo:
http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/nucleo-avancado-urologia/Paginas/refluxo-vesicoureteral.aspx

O refluxo vesicoureteral é uma condição anormal que está relacionada à origem de infecções urinárias. A urina que vem dos rins e segue pelos ureteres até a bexiga normalmente não retorna para os ureteres, por ação de um "mecanismo valvular". O não funcionamento desta "válvula anatômica" permite o refluxo da urina e favorece o transporte de bactérias para os ureteres ou até os rins, chamado de refluxo vesicoureteral.
As bactérias podem causar infecção urinária, resultando em febre, dor, náuseas, vômitos por reação inflamatória nos rins (pielonefrite). A reação inflamatória nos rins pode desenvolver alterações cicatriciais (escaras) nos rins, o que pode comprometer irreversivelmente a anatomia e função do rim.
Geralmente, o refluxo vesicoureteral é de origem congênita, mas pode ter outras causas, como o mau funcionamento da bexiga ou a obstrução do fluxo urinário à frente da bexiga. Existe uma possível relação genética com o refluxo vesicoureteral, de tal modo que se os pais ou irmãos tiveram o problema a probabilidade de ocorrer nos filhos ou irmãos é maior.
Em recém-nascidos o diagnóstico de refluxo vesicoureteral é mais comum nos meninos, porém logo após o primeiro mês de vida as meninas passam a apresentar mais o problema que os meninos, em até seis vezes.
A suspeita diagnóstica de refluxo vesicoureteral existe quando há infecção urinária e febre (foi o caso do Daniel). Para confirmar o diagnóstico e classificá-lo, realiza-se uma radiografia da bexiga e uretra, chamada de uretrocistografia miccional. Este exame consiste em colocar substância visível ao raio x (contraste) dentro da bexiga e observar a saída da urina (micção). Caso haja subida do contraste para um ou ambos ureteres ou rins, está diagnosticado o refluxo vesicoureteral , e de acordo com a magnitude do mesmo, é classificado em graus.
A Classificação Internacional de refluxo vesicoureteral estabelece cinco graus:
  • Grau I – Refluxo só para o ureter.
  • Grau II – Refluxo até o rim, sem causar dilatação renal ou ureteral.
  • Grau III – Refluxo até o rim, causando pouca dilatação renal.
  • Grau IV– Refluxo até o rim, causando moderada dilatação renal.​
  • Grau V– Refluxo até o rim, causando intensa dilatação renal e tortuosidade dos ureteres (caso do Daniel!).
O tratamento do refluxo vesicoureteral está relacionado com a idade da criança, com o grau de refluxo, com a evolução das infecções e as particularidades de cada caso. No caso do refluxo vesicoureteral secundário, sempre deve-se eliminar a existência de uma outra causa da obstrução infra-vesical ou do mau funcionamento da bexiga. Nos casos de refluxo vesicoureteral primário, o tratamento pode ser tanto clínico como cirúrgico.
Tratamento clínico
Realiza-se com uso de antibióticos em doses reduzidas por longos períodos, algumas vezes por períodos de vários anos, além da instituição de medidas higiênico-dietéticas (ingestão de líquidos em quantidade e micções regulares e freqüentes) com a intenção de aguardar a cura espontânea. Esta ocorre em até 80% dos casos, particularmente nos casos de refluxo vesicoureteral de pouca intensidade (baixo grau), em crianças menores que 5 anos. Esse foi o tratamento indicado pelo Dr. Júlio Topotovski, mesmo o Daniel tendo um alto grau.

Alternativamente, emprega-se o tratamento cirúrgico nos casos com infecções recorrentes apesar do uso de antibióticos, naqueles com dificuldade (intolerância) em manter o tratamento clínico por longo prazo, e também nos casos com RVU mais intenso (alto grau), com presença de cicatrizes renais, e principalmente crianças acima dos 5 anos de idade, cuja perspectiva de cura espontânea é muito menor.
O tratamento cirúrgico é realizado pela correção do refluxo vesicoureteral, abordando-se a junção do ureter com a bexiga, para reconstituir o "mecanismo valvular". Classicamente é realizada por cirurgia aberta, com excelentes resultados.
Mais recentemente foram introduzidos o tratamento endoscópico, com injeção de substâncias (microesferas de silicone, ácido hialurônico, colágeno e outros), que reforçam a junção entre o ureter e a bexiga, corrigindo o refluxo vesicoureteral de baixo grau, e cirurgia laparoscópica.
Mesmo após a cura do refluxo vesicoureteral, as crianças devem ser acompanhadas a longo prazo, com medidas rotineiras de pressão arterial, análise urina, controles de função renal, bem como ultra-som ou exame de imagem com radioisótopos (cintilografia renal).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Dicas para corredores iniciantes

Estou indo para a minha quarta corrida de rua de 5K.

Já na primeira prova procurei não ter grande variação de passadas e deu certo. Na última, senti uma queda no final porque no meio da prova forcei um pouco para ganhar velocidade. Parecia que os últimos 500 metros não acabavam nunca.
Treino de ontem

Assim montei uma estratégia para não ter essa sensação: na rua procuro treinar correndo na mesma passada e treino 6k. Na esteira faço tiros para aumentar o meu tempo mas corro até 4k. Vamos ver se isso dará certo na provinha de domingo que vou na Pipoca: 3a. Corrida de Natal.

Link da O2 com dicas sobre o ritmo na corrida.
http://o2porminuto.ativo.com/corrida-de-rua/iniciantes/como-manter-o-ritmo-durante-corrida/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Uma paleta = um shake

Em comemoração aos resultados dos exames do Daniel tomei uma paleta de morango com leite moça. 198 calorias de pura gostosura.

Para compensar, 1 hora de exercícios.

Herbalife! O outro lado

Como boa jornalista, acredito que toda história tem dois lados e um terceiro que é a verdade. Por isso passo o link do blog de um ex Herbalife.

http://herbalifenao.blogspot.com.br/2008/04/sobre-os-produtos.html

Vale a pena ler e tirar a próprias conclusões. A minha é que nessa vida não existem vítimas e sim pessoas que se autoiludem. Nesse caso, a ganância falou mais alto

Shake da Herbalife

Produtos Herbalife
Meu shake sorvete
 Continuo assídua no shake da Herbalife. Tenho substituído o almoço de segunda a quinta-feira. São três meses nessa rotina e tenho sentido que esse hábito realmente colabora para o emagrecimento.
Como existe muita polêmica ao uso desses produtos, fiz meu checkup e todos os índices - que já eram bons - melhoraram. Assim, posso dizer que não estou sendo afetada negativamente pelo shake. Por enquanto, só benefícios.
Também utilizo o chá verde, o NRG em cápsulas, as vitaminas e até o desodorante Herbalife. Produtos que gostei muito. Evito tomar o shake duas vezes ao dia, porque acredito que o corpo e a mente precisam de alimentos que precisam ser mastigados. Também me dou o direito de comer alguma guloseima. Por exemplo ontem: TPM brava, comi dois bombons Lindts que ganhei de um amigo. E não fico com a consciência pesada.
Um NRG para o pique
Inclusive, a melhor parte dessa nova rotina é ter tranquilidade. Depois da festa do final de semana e por causa da TPM na segunda-feira estava com 65,8 quilos. Após dois dias de rotina, estou com 54,3 quilos. Agora até sexta-feira, preciso voltar aos 63,8 quilos que estava na semana passada.

Outras refeições:
Uma salada e suco de
abacaxi com melissa
Mas a vida não é feita só de shake. Então no café da manhã mantenho o meu detox matinal: gengibre ralado em um copo de água gelada em jejum. Seguido de musli, frutas, achocolatado e leite desnatado. Por volta das 10h00, tomo um lanche na empresa (pode ser iogurte com fruta ou uma fatia de pão integral) sempre com café puro com adoçante. Também faço um lanche por volta das 15h00 alternando o tipo de alimento que consumi no lanche da manhã. Por exemplo, se comi iogurte de manhã, como a fatia de pão a tarde. Aproveito para tomar um copo com colágeno hidrolisado.
No jantar tenho caprichado nas saladas. Como faço exercício a noite, também como arroz, feijão, uma carne e às vezes macarrão. Faço questão de sentar a mesa a noite para jantar com as crianças para que eles possam me ver comendo salada. Como sempre tem esses complementos, evito comer muita quantidade, mas me sirvo de tudo que tem na mesa. Assim, a estratégia da salada primeiro é muito importante para saciar a fome e não me deixar atacar o feijão (que amo!). E quando volto da academia, tomo um copo de leite com achocolatado e leite desnatado.