Fazer piada de si mesmo e não deixar a rotina dominar o nosso dia-a-dia. Esses são os meus lemas! Jornalista de formação e de coração. Profissional de MKT como ocupação. Mãe e esposa. Corredora e ciclista amadora. Seguidora da Doutrina Espírita.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Nova etapa
faz um tempo que não passo por aqui! Estou numa nova fase das corridas agora estou com o Nilton Ferreira Assessoria. E estou amando. Treinos de terça e quinta-feira no Museu do Ipiranga. Nas terças, como é meu rodízio, vou de bike. Está sendo muito motivador.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Nossa primeia Meia Maratona
No dia 22 de maio, fizemos nossa primeira Meia Maratona. Tudo bem que foi de revezamento, isto é, cada uma correu 5,25K. Mas foi uma meia maratona. Nosso tempo foi super bom. Ficamos em 31o. lugar na categoria quarteto. Ficamos muito empolgadas. Isso significa que estamos treinando legal.
Nossas impressões
A retirada do kit foi na Loja Memo do Shopping Iguatemi e tivemos 4 dias para fazer essa retirada. Foi bem tranquilo. Loja vazia, bom atendimento e Kit legal: camiseta, duas revistas (Runners, Glamour), um par de meias e uma linda viseira preta.
O guarda-volumes e os banheiros químicos também foram em número suficiente para a quantidade de inscritas. Havia patrocinadores distribuindo, chás, energéticos, salgadinhos orgânicos etc.
Foi muito emocionante. No final esperamos a Edilene e fechamos a corrida de mãos dadas Esse quarteto vem se superando a cada corrida. Amei fazer essa prova e mais ainda comemorar a nossa superação.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Publicar ou não publicar
Dia desses saiu um bafafá num grupo de corredores no facebook, porque uma moça disse que já bastava de fotos do Kit da Corrida Vênus: já que o Kit era igual em todas as fotos. Esse post gerou vários comentários e acabou descambando para brigas.
Fiquei pensando sobre o fato e observando o meu comportamento e das minhas amigas antes, durante e depois das corridas desse final de semana (Vênus e Pão de Açúcar). Realmente após um fim de semana de várias corridas, o Facebook e o Instagram são inundados diariamente com um monte de selfies amadoras e fotos profissionais dos corredores.
Isso é chato?
Sinceramente para mim não. Adoro ver as fotos dos amigos, dos conhecidos e até dos desconhecidos. Também adoro postar e o pior... depois de alguns meses adoro voltar para aquelas fotos e revê-las. O porquê desse comportamento é que gostaria de abordar.
Correr vicia mesmo. É igual comer um doce que dá muito prazer. É como beber... E talvez seja como fumar. A gente quer sempre um pouco desse sofrimento, seguido de prazer todos os dias. Também precisamos manter o nosso estímulo em alta, porque - como já falei - tem sofrimento nesse processo. Postar fotos é tipo uma cartarse, é como um trabalho em um grupo de apoio. Você posta a sua foto e vários amigos comentam, fazendo o papel de estimuladores.
Também é legal mostrar para convencer quem não corre que esse vício é muito bom. Até porque todo corredor quer trazer amigos para a roda. Além disso (ou o principal disso), é uma forma de se auto parabenizar. Depois de tanto esforço e dedicação, é muito gostoso mostrar para a comunidade que vc venceu, que está feliz, que fez ou manteve amizade.
Tem o lado de mostrar que vc é muito esforçado. Todo corredor adora dizer que acordou 4, 5 horas da manhã para treinar ou para participar de uma prova de rua. Gostamos de mostrar os nossos treinos e esforços para comprovar que nada é fácil, mas que conseguimos.
Para quem fica de saco cheio de tantas fotos, esses comportamentos podem parecer muito infantis. E são mesmo. Meus filhos de 10 e 7 anos também apresentam esses comportamentos, mesmo não usando tanto as redes sociais. Sendo assim, como postar fotos não prejudica ninguém, sugiro que meus amigos corredores continuem com seus comportamentos, mesmo que pareçam infantis para outros. Afinal... como já diziam, que "os incomodados que se mudem".
Além disso, existem saídas para os cansados dos excessos de postagem de fotos de corrida.
Algumas alternativas:
- não tenham ou não sigam amigos corredores nas redes sociais;
- se querem ter esse tipo de amigos mas não ver suas postagens, bloqueiem os posts desses caras;
- saiam das redes sociais;
- passem rapidamente pelos posts dos amigos corredores;
- façam filtros mais direcionados para que os posts não sejam os primeiros a aparecer.
Enfim, busque A SUA ALTERNATIVA e deixe quem gosta de postar, postar, portar e postar ser feliz. Afinal de contas, rede social é como televisão, ninguém é obrigado a ter, assistir ou ficar preso a uma programação.
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| Eu saindo pro treino |
Fiquei pensando sobre o fato e observando o meu comportamento e das minhas amigas antes, durante e depois das corridas desse final de semana (Vênus e Pão de Açúcar). Realmente após um fim de semana de várias corridas, o Facebook e o Instagram são inundados diariamente com um monte de selfies amadoras e fotos profissionais dos corredores.
Isso é chato?
Sinceramente para mim não. Adoro ver as fotos dos amigos, dos conhecidos e até dos desconhecidos. Também adoro postar e o pior... depois de alguns meses adoro voltar para aquelas fotos e revê-las. O porquê desse comportamento é que gostaria de abordar.
Correr vicia mesmo. É igual comer um doce que dá muito prazer. É como beber... E talvez seja como fumar. A gente quer sempre um pouco desse sofrimento, seguido de prazer todos os dias. Também precisamos manter o nosso estímulo em alta, porque - como já falei - tem sofrimento nesse processo. Postar fotos é tipo uma cartarse, é como um trabalho em um grupo de apoio. Você posta a sua foto e vários amigos comentam, fazendo o papel de estimuladores.
Também é legal mostrar para convencer quem não corre que esse vício é muito bom. Até porque todo corredor quer trazer amigos para a roda. Além disso (ou o principal disso), é uma forma de se auto parabenizar. Depois de tanto esforço e dedicação, é muito gostoso mostrar para a comunidade que vc venceu, que está feliz, que fez ou manteve amizade.
Tem o lado de mostrar que vc é muito esforçado. Todo corredor adora dizer que acordou 4, 5 horas da manhã para treinar ou para participar de uma prova de rua. Gostamos de mostrar os nossos treinos e esforços para comprovar que nada é fácil, mas que conseguimos.
Para quem fica de saco cheio de tantas fotos, esses comportamentos podem parecer muito infantis. E são mesmo. Meus filhos de 10 e 7 anos também apresentam esses comportamentos, mesmo não usando tanto as redes sociais. Sendo assim, como postar fotos não prejudica ninguém, sugiro que meus amigos corredores continuem com seus comportamentos, mesmo que pareçam infantis para outros. Afinal... como já diziam, que "os incomodados que se mudem".
Além disso, existem saídas para os cansados dos excessos de postagem de fotos de corrida.
Algumas alternativas:
- não tenham ou não sigam amigos corredores nas redes sociais;
- se querem ter esse tipo de amigos mas não ver suas postagens, bloqueiem os posts desses caras;
- saiam das redes sociais;
- passem rapidamente pelos posts dos amigos corredores;
- façam filtros mais direcionados para que os posts não sejam os primeiros a aparecer.
Enfim, busque A SUA ALTERNATIVA e deixe quem gosta de postar, postar, portar e postar ser feliz. Afinal de contas, rede social é como televisão, ninguém é obrigado a ter, assistir ou ficar preso a uma programação.
domingo, 20 de setembro de 2015
Desafio em dose tripla
No ano retrasado, acompanhei a movimentação dos colegas da Atlas Schindler se organizando para correr a Maratona de Revezamento do Pão de Açucar. Na época, comentei que eu ainda faria essa prova, mas não acreditei muito que isso seria possível. Um ano depois fiz a minha primeira prova de corrida de rua: a do MC Donalds, mas não me sentia preparada para correr com uma equipe.

Enfim esse ano chegou a minha vez de participar. Preparada e com muita vontade. Só que tinha um detalhe: eu já havia feito a inscrição para a corrida exclusiva para mulheres: a Vênus que seria no mesmo dia. Por insistência da corredora mais experiente, topei fazer as duas. E um mês antes da prova: SURPRESA!!! Uma lesão na panturrilha.
Que desespero
Desespero por não poder treinar, desespero por ter um compromisso e não poder cumprir, desespero por medo de não poder mais correr. Mas com a indicação de uma amiga do coração, fui num fisioterapeuta e comecei as minhas 10 sessões de fisioterapia. Na semana passada, fiz a minha primeira prova de retorno e sem dor. Após correr os 5k do Circuito das Estações - Primavera, senti pela primeira vez, que poderia fazer as duas provas. Mas, confesso, com muito medo já que a preparação não tinha acontecido.
Vênus
A primeira prova foi a Vênus, realizada no Jockey Club. A Edilene e eu saímos de casa às 5h30, estacionamos no Parque do Povo e fomos a pé até o Jockey. A Fernanda, a Lilian, a Edilene, eu e mais 12 mil mulheres, largamos em busca dos nossos objetivos: 5k, 10k e 15k. Consegui fazer a prova de 5k em 35 minutos, de olho no frequencímetro. Meu objetivo era não deixar os batimentos muito altos para que eu chegasse inteira no Parque Ibirapuera, onde seria a segunda prova. Terminei a corrida, inteira e totalmente sem dor. Foi muito emocionante terminar a prova, gritei e comemorei muito ao passar pelo pórtico de chegada. Depois das selfies tradicionais, saímos em busca da minha segunda medalha.
Maratona Pão de Açucar

Depois de 20 minutos, chegamos ao Parque Ibirapuera. Minha amiga Edilene assumiu o volante e levou meu carro embora. Eu fui caminhando por uns 3 quilômetros até a tenda da Atlas Schindler, perto do Obelisco. Depois de me alimentar, trocar a camiseta e hidratar, voltei para perto do lago onde seria o ponto de troca dos atletas com número ímpar.
Apesar do calor escaudante, do cansaço de já ter feito uma prova e ter caminhado tanto, estava me sentindo bem. Depois de uma hora de espera, a Joana apareceu com o bracelete. Aí sim, é que senti o forno que seria corrida e a falta que faz árvores nas ruas.

Eu fui a 7a. e penúltima atleta a correr. Comecei meu trajeto às 10h45 e fiz o meu caminho (quase todo de subida na 23 de Maio) embaixo de um sol de 32 graus e clima seco. A alternativa foi me molhar com os copos de água e caminhar um pouco na subida para poupar a minha perna. Mas cumpri... Logo no pórtico, vi a minha amiga Cláudia (a mesma que me incentivou a fazer as duas provas). Entreguei o bracelete e dei aquele suspiro de alívio.
Sabia de nada, inocente!!! Faltando uns 300 metros para a chegada, encontrei a Cláudia e ela me incentivou a voltar a correr para chegarmos juntas (nossa... aí sim achei que quebraria). Outra amiga e atleta do grupo, a Cláudia Vieira, também terminou com a gente. Foi uma das maiores emoções que tive, todo cansaço foi embora.
A superação é a melhor sensação que um ser humano pode sentir. Por isso é que a corrida vicia. Mesmo com sofrimento, porque foi uma sofrência muito grande correr mais de 3 quilômetros no sol forte e subida, ao final se tem a sensação de rendenção.

Enfim esse ano chegou a minha vez de participar. Preparada e com muita vontade. Só que tinha um detalhe: eu já havia feito a inscrição para a corrida exclusiva para mulheres: a Vênus que seria no mesmo dia. Por insistência da corredora mais experiente, topei fazer as duas. E um mês antes da prova: SURPRESA!!! Uma lesão na panturrilha.
Que desespero
Desespero por não poder treinar, desespero por ter um compromisso e não poder cumprir, desespero por medo de não poder mais correr. Mas com a indicação de uma amiga do coração, fui num fisioterapeuta e comecei as minhas 10 sessões de fisioterapia. Na semana passada, fiz a minha primeira prova de retorno e sem dor. Após correr os 5k do Circuito das Estações - Primavera, senti pela primeira vez, que poderia fazer as duas provas. Mas, confesso, com muito medo já que a preparação não tinha acontecido.
Vênus
A primeira prova foi a Vênus, realizada no Jockey Club. A Edilene e eu saímos de casa às 5h30, estacionamos no Parque do Povo e fomos a pé até o Jockey. A Fernanda, a Lilian, a Edilene, eu e mais 12 mil mulheres, largamos em busca dos nossos objetivos: 5k, 10k e 15k. Consegui fazer a prova de 5k em 35 minutos, de olho no frequencímetro. Meu objetivo era não deixar os batimentos muito altos para que eu chegasse inteira no Parque Ibirapuera, onde seria a segunda prova. Terminei a corrida, inteira e totalmente sem dor. Foi muito emocionante terminar a prova, gritei e comemorei muito ao passar pelo pórtico de chegada. Depois das selfies tradicionais, saímos em busca da minha segunda medalha.Maratona Pão de Açucar

Depois de 20 minutos, chegamos ao Parque Ibirapuera. Minha amiga Edilene assumiu o volante e levou meu carro embora. Eu fui caminhando por uns 3 quilômetros até a tenda da Atlas Schindler, perto do Obelisco. Depois de me alimentar, trocar a camiseta e hidratar, voltei para perto do lago onde seria o ponto de troca dos atletas com número ímpar.Apesar do calor escaudante, do cansaço de já ter feito uma prova e ter caminhado tanto, estava me sentindo bem. Depois de uma hora de espera, a Joana apareceu com o bracelete. Aí sim, é que senti o forno que seria corrida e a falta que faz árvores nas ruas.

Eu fui a 7a. e penúltima atleta a correr. Comecei meu trajeto às 10h45 e fiz o meu caminho (quase todo de subida na 23 de Maio) embaixo de um sol de 32 graus e clima seco. A alternativa foi me molhar com os copos de água e caminhar um pouco na subida para poupar a minha perna. Mas cumpri... Logo no pórtico, vi a minha amiga Cláudia (a mesma que me incentivou a fazer as duas provas). Entreguei o bracelete e dei aquele suspiro de alívio. Sabia de nada, inocente!!! Faltando uns 300 metros para a chegada, encontrei a Cláudia e ela me incentivou a voltar a correr para chegarmos juntas (nossa... aí sim achei que quebraria). Outra amiga e atleta do grupo, a Cláudia Vieira, também terminou com a gente. Foi uma das maiores emoções que tive, todo cansaço foi embora.
A superação é a melhor sensação que um ser humano pode sentir. Por isso é que a corrida vicia. Mesmo com sofrimento, porque foi uma sofrência muito grande correr mais de 3 quilômetros no sol forte e subida, ao final se tem a sensação de rendenção.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Disney Magic Run - um grande aprendizado

Ontem foi dia de Disney Magic Run. Quando saiu o comunicado sobre essa corrida foi um furor entre minhas amigas. Todas correndo para fazer a inscrição. Fui no entusiasmo e acabei pagando R$ 140 para correr 10k. Essa seria a minha primeira corrida oficial com essa quantidade de quilômetros.Há cerca de 15 dias, sofri uma lesão na panturrilha e estou sem treinar desde então, com direito a fisioterapia duas vezes por semana e descanso forçado (ai que medo de engordar!!!). Aí começou a bater o arrependimento por ter pago tão caro por essa corrida. Mas como a esperança é a última que morre, meu fisio autorizou a minha participação como um "teste". Iniciar trotando, mas se sentisse alguma coisa era para parar imediatamente. Só poderia trotar por no máximo 2k e depois caminhar. Fiquei animada.
Doce Ilusão
Mas a doce ilusão começou a dar sinais de que acabaria cedo! No sábado fui a pé até um salão de estética que tem perto de casa e o trajeto tem uma ladeira muito íngreme. No meio da subida, caminhando devagar, já senti uma fisgada, que não me deixou em paz durante toda a tarde e à noite também. Mas achei que fosse psicológico e também precisava fazer o tal teste.
O trajeto da corrida foi montado no entorno do Parque Ibirapuera. Tradicionalmente a gente estaciona os carros perto do Portão 6 e para chegar até a largada, na Assembléia Legislativa, são quase 2k de caminhada. Já no meio da caminhada rápida, voltei a sentir "pequenos choques" na panturrilha. Meu sinal de alerta foi ligado. Mas meu bolso me lembrava que eu havia pago R$ 140,00 para estar lá. Então resolvi curtir as atrações da Arena.
Fomos para a largada, depois das selfies, parada para xixi e aquecimento na Arena. Toda aquela animação me deu um gás extra. Larguei caminhando, quase sendo atropelada. Deveria ter ficado para trás, mas quis acompanhar a Fernanda e a Lilian. Comecei a trotar e.... nem 500 metros minha perna gritou "pára, pára... seu músculo não tá legal". Aí os dois lados do meu cérebro começaram a brigar, mesmo os dois concordando que eu deveria apenas caminhar. Um lado queria caminhar rápido e fazer o trajeto de 10k (e ele gritava: "vc vai engordar se não se exercitar!") e o outro queria curtir o trajeto de 3k apenas na caminhada (e esse dizia ponderadamente: "lembre-se da maratona do Pão de Açúcar, forçar só vai te impedir de fazer essa corrida com revezamento. Suas amigas contam com vc").Continuei nessa briga imaginária durante os dois primeiros quilômetros, vendo divesas pessoas felizes me ultrapassando. Esse sentimento é muito ruim, fica realmente um gosto amargo na boca e uma sensação de que não estamos nos esforçando como deveríamos. Mas para minha salvação, logo na frente vi uma placa que separava a corrida e a caminhada. Respirei fundo e fiquei com o meu lado mais ponderado. Passei a caminhar beeeemmmm devagar, olhando e observando os detalhes e fiz a curva rumo ao final da caminhada. Como a largada dessa turma ainda não tinha sido liberada, parei antes para acompanhar os últimos 500 metros dos primeiros atletas a chegarem do percurso da corrida.
Depois de buscar ajuda para um atleta que quebrou (falo disso depois), fui retirar a minha medalha da caminhada, que inclusive é muito mais bonita do que a da Corrida. Como eu sou a super ultra mega estabanada Kátia, levei um tombo ao pegar água. Enrosquei o pé direito (o mesmo da perna lesionada) numa corda jogada no chão e presa ao pé do suporte com o ponto de hidratação. Ralei as mãos, o joelho e quase quebrei meu celular. No entanto, meu lado Poliana deu o ar da graça. Logo que a dor passou, o tombo também me fez pensar em coisas que a minha mãe fala e eu não tenho dada tanta atenção. Resumindo: tudo leva a ter um grande aprendizado. Preciso ficar mais atenta aos sinais da vida. Aos sinais internos e externos também.
Estrutura da Disney - afinal R$ 140 vale?
Como disse, tive a sensação de arrependimento por ter pago R$ 140 para essa corrida. Mas agora que passei por todas as fases: da inscrição até o recebimento da medalha, qual minha opinião?

Responta: Depende... Se vc for um corredor experiente, não... não vale a pena. Muita gente caminhando e curtindo. Tentar fazer tempo nesse tipo de corrida, só se for atleta de Elite. Mas para a primeira prova oficial de 10k, os R$ 140 teriam sido muito bem pagos.E para as crianças? Vi muitos pequenos reclamando, chorando e resmungando por andar os 3km sem nenhum atrativo adicional no percurso. Poderia ter Patetas, Buzz, Macs, Elzas e outros personagens pelo caminho. Poderia ter gincanas no trajeto também. Mas não tinha. Então... também acho que para os muito pequenos que caminham, mas ainda precisam de carrinho também não vale. As meninas de 5 a 10 anos curtem mais. Os meninos, como os meus, não curtem.
Mas e os R$ 140 da inscrição são justos pela estrutura disponível? Sim, são bem justos. Fui buscar meu Kit no sábado, quando normalmente é lotado. Mas a estrutura de entrega era muito boa e já vinha funcionando desde a quarta-feira. Assim, estava muito tranquilo. Os estandes estavam cheios, mas era possível curtir cada atração sem grandes transtornos. A camiseta e a mochila são lindos: muito bem elaborados. Os patrocinadores distribuiam brindes bons e atrativos.
A estrutura da Arena também estava impecável. Mesmo com tanta gente, conseguimos fazer massagem, o que em outras corridas é quase impossível. O kit pós chegada também estava bem completo (só faltou a tradicional banana da minha amiga Lilian kkkk). E se tivéssemos mais paciência poderíamos ter ganhado outros brindes dos patrocinadores. E um capítulo a parte eram os banheiros químicos: estavam limpos e com papel higiênico. As sinalizações também estavam impecáveis. Meu lamento vai apenas para a estrutura mais indispensável de todas:
Lamentável
O capítulo mais triste dessa corrida assisti nos 500 últimos metros do trajeto da corrida. Fiquei lá parada assistindo a chegada dos atletas, lembra? Então... um atleta quebrou ali na minha frente. Três rapazes do Staff estavam cuidando para que ninguém burlasse a corrida e não perceberam que o atleta estava se agarrando nas grades de separação. Então os expectadores chamaram a atenção de um deles. Como os três estavam sem rádio e não havia nenhum apoio por perto, um deles saiu caminhando na maior calma para procurar ajuda. Depois de uns 5 minutos, o atleta caiu, desmaiado. Nada de ajuda chegar. Um dos expectadores tentou dar água para o atleta, mas ele estava numa situação desesperadora. Eu fiquei em pânico. Para mim, ele estava tendo um ataque cardíaco.
Então perguntei para um dos rapazes do Staff onde que eu poderia encontrar a equipe médica e ele disse que eu precisaria ir até a chegada do percurso de corrida. Lá fui eu caminhando rápido, meio trotando, procurar ajuda (e meu músculo da panturrilha sentiu muito). Voltei depois de uns 10 minutos com os "para-alguma-coisa" com a cadeira-maca. Aí tinha uma equipe de Bombeiros Civis fazendo o primeiro atendimento.
Na minha contagem foram quase 15 minutos de NÃO ATENDIMENTO. Se o rapaz estivesse tendo uma parada cardíaca, ele estaria morto nesse momento. Aí fiquei com dúvida, se essa corrida - TÃO FAMILIAR E NÃO PROFISSIONAL - deveria ter um circuito de 10K. Talvez 5k fosse o ideal. E para ter esses 10K seria necessário muito mais apoio.
Nunca presenciei uma situação dessa e não reparei se nas outras corridas todo o Staff tem rádio. Mas pela quantidade de inscritos, pelo percurso não exigir taxa paga a prefeitura, pela quantidade de patrocinadores e PELO VALOR DA INSCRIÇÃO, acredito que o Staff poderia ter um sistema de comunicação mais eficaz.
E vc? Por tudo que eu contei acha justo o valor da inscrição ser R$ 140,00???
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terça-feira, 25 de agosto de 2015
Minha primeira lesão de corredora
Comecei a correr há cerca de 1 ano, sozinha. Seguindo dicas e planilhas de revistas. Usando meu conhecimento passado em musculação e fazendo tudo em etapas. Mas nem assim consegui me manter longe da lesão.
Na terça da semana passada, tomei um escorregão durante o almoço e no final da tarde fui correr. Como era dia de treinar subida na rua, forcei um pouco e no final senti uma fisgada na panturrilha direita. Como já estava nos finalmentes, esfriei, alonguei e fui para casa. Na quinta, quando fui buscar os meninos, torci o mesmo pé, senti a panturrilha, mas desencanei. Na sexta, treinei normalmente e sem dor. No domingo, fui de metrô e de trem para a prova do SP Market e já no aquecimento comecei a sentir dor. Corri 2 kms e escutei um estouro na panturrilha, já não consegui correr mais. Terminei a prova caminhando e sentindo muita dor.
Essa sensação é muito ruim: ver as pessoas que vc ultrapassou lá no comecinho, passarem por vc. Ouvir o APP dizendo que o tempo está passando e os KMs não. Quase desisti até de pegar a medalha... Mas achei que seria muito mimimi. Fiquei com gostinho de que tudo tinha acabado. Realmente fiquei preocupada.

Fui até a casa da minha irmã e meu cunhado, esportista, "diagnosticou" um estiramento do músculo grau 1. Fui para casa e pesquisei. Todos os sintomas batiam e o tratamento também: 2 semanas de repouso, bolsa de gelo e fisioterapia. Minha amiga Vera viu meu post e indicou um fisio que conseguiu me encaixar na segunda-feira. Batata... meu cunhado acertou em cheio, tanto no diagnóstico quanto no tratamento.
Hoje estou no Rio de Janeiro, em Copacabana. Uma orla inteira para treinar 10km e o máximo que fiz foi uma caminhada bem leve, só para ir jantar. Enquanto trabalho, estou fazendo gelo. O fisio já descartou a minha participação na corrida de domingo próximo (Corrida Contra o Câncer de Mama). E minha esperança é conseguir correr os 10km na Disney Run. Então fazer tudo certinho, né?
O difícil é conseguir encaixar uma academia, um pilates ou uma equipe de treino na minha rotina e na minha conta bancária. A corrida foi escolhida exatamente por isso. Consigo treinar em casa, de graça e nas horas mais doidas, sem atrapalhar a rotina da família. Ainda assim sempre me sinto em débito. Imagina ter que ir para algum outro lugar. Ai Meu Deus. E o pior é que o estiramento é falta de fortalecimento. Preciso rever minhas prioridades.
Na terça da semana passada, tomei um escorregão durante o almoço e no final da tarde fui correr. Como era dia de treinar subida na rua, forcei um pouco e no final senti uma fisgada na panturrilha direita. Como já estava nos finalmentes, esfriei, alonguei e fui para casa. Na quinta, quando fui buscar os meninos, torci o mesmo pé, senti a panturrilha, mas desencanei. Na sexta, treinei normalmente e sem dor. No domingo, fui de metrô e de trem para a prova do SP Market e já no aquecimento comecei a sentir dor. Corri 2 kms e escutei um estouro na panturrilha, já não consegui correr mais. Terminei a prova caminhando e sentindo muita dor.
Essa sensação é muito ruim: ver as pessoas que vc ultrapassou lá no comecinho, passarem por vc. Ouvir o APP dizendo que o tempo está passando e os KMs não. Quase desisti até de pegar a medalha... Mas achei que seria muito mimimi. Fiquei com gostinho de que tudo tinha acabado. Realmente fiquei preocupada.

Fui até a casa da minha irmã e meu cunhado, esportista, "diagnosticou" um estiramento do músculo grau 1. Fui para casa e pesquisei. Todos os sintomas batiam e o tratamento também: 2 semanas de repouso, bolsa de gelo e fisioterapia. Minha amiga Vera viu meu post e indicou um fisio que conseguiu me encaixar na segunda-feira. Batata... meu cunhado acertou em cheio, tanto no diagnóstico quanto no tratamento.
Hoje estou no Rio de Janeiro, em Copacabana. Uma orla inteira para treinar 10km e o máximo que fiz foi uma caminhada bem leve, só para ir jantar. Enquanto trabalho, estou fazendo gelo. O fisio já descartou a minha participação na corrida de domingo próximo (Corrida Contra o Câncer de Mama). E minha esperança é conseguir correr os 10km na Disney Run. Então fazer tudo certinho, né?O difícil é conseguir encaixar uma academia, um pilates ou uma equipe de treino na minha rotina e na minha conta bancária. A corrida foi escolhida exatamente por isso. Consigo treinar em casa, de graça e nas horas mais doidas, sem atrapalhar a rotina da família. Ainda assim sempre me sinto em débito. Imagina ter que ir para algum outro lugar. Ai Meu Deus. E o pior é que o estiramento é falta de fortalecimento. Preciso rever minhas prioridades.
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Lesão de Corredor
terça-feira, 4 de agosto de 2015
O prazer em correr sozinha
Uma das coisas que mais gosto da corrida é poder estar sozinha durante o percurso.Isso me dá a oportunidade de fazer algo que eu amava quando pequena. Conversar comigo mesma e com o meu mentor. É muito bom poder entrar nessa sintonia da concentração.
Para conseguir chegar nesse momento de troca, preciso já ter recebido a descarga de adrenalina e ter encontrado o pace confortável. Isso vem lá pelo quilômetro 3o. ou 4o. A partir do 5o. quilômetro, parece que até os problemas mais difíceis serão resolvidos. Por isso, meu objetivo é conseguir fazer 10k com prazer. Ainda chego no último quilômetro com a sensação de que faltou perna para tanto. E isso não é legal. Mas chego lá. Isso tenho certeza.
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domingo, 19 de julho de 2015
Circuito Athenas: meu melhor tempo
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| Eu na Estação CPTM |
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| Eu saindo de casa |
Essa foi minha primeira vez no Circuito Athenas. Adorei o percurso, totalmente reto, a organização, a temperatura e o clima super alegre. Acho que esse ambiente aliado aos meus treinos colaboraram para eu me superar. Larguei com o objetivo em terminar os 8k em 51 minutos, com o pace médio de 6,4. Terminei a prova com o tempo de 48:47, com pace médio de 6,05... uma vitória e uma evolução.
Desde o início
Esse circuito é realizado na marginal Pinheiros e a largada é em frente ao Hotel Transamérica. Consultando amigos de grupos de corrida, a maioria me aconselhou ir de trem porque os estacionamentos são cheios e caros (em torno de R$ 40,00). Topei o desafio. Até porque amooooo transporte público, principalmente quando é possível usá-lo.
Acordei às 4:15 da manhã e sai de casa pontualmente às 5h00. Paguei no total ida e volta R$ 7,00. Peguei o metrô na Estação Saúde, fiz baldeação para a linha verde, depois para a linha amarela e finalmente cheguei na Estação Pinheiros da CPTM. Durante todo o percurso vai aumentando a quantidade de pessoas vestindo a camiseta da prova e também a mochila. Isso dá uma energia enorme. É muito gostoso ouvir as conversas de superação, as dicas dos mais experientes. É realmente contagiante. Fico tão emocionada que chego a me arrepiar.
A única crítica é que mesmo saindo de casa 2 horas antes da prova, como o metrô e o trem têm espaços mais longos aos domingos, quase cheguei atrasada. Entrei na arena às 6h45 e ainda tinha que deixar minha mochila no guarda-volumes. Depois voltei um bom pedaço para a largada. Mas deu tudo certo.
Arena
A Arena acontece no estacionamento do Espaço Transamérica e tinha muitos expositores. Se eu tivesse chegado cedo teria aproveitado muito mais. Teria conseguido, por exemplo, para comer umas torradinhas com queijos Tirolez e até Tapioca. Fazer um alongamento etc. Mas como estava atrasada.... encontrei a Fernanda e a Lilian e corremos para a largada. O bom é que chegamos lá já aquecidas.
Largada
A separação dos atletas acontece pela cor da pulseira. No entanto, isso não foi muito respeitado. Nossas pulseiras eram vermelhas, mas na hora da largada a muvuca estava forte, com pessoas sem a pulseira ou com outras cores. A corrida começou a ficar mais vazia e mais gostosa mesmo após os 2,5k quando o pelotão que correria 5k foi separada. A marginal também está em reforma e até esse pedaço o corredor estava bem estreito.
Achei legal também as placas que indicam que a tantos metros terá ponto de hidratação. Engraçado como essas pequenas coisas ajudam na organização. As pessoas já vão se planejando para pegar a água ou acelerar.
Pipocas
Também vi muitos pipocas, mas como sempre, não atrapalharam em nada. Quem atrapalha mesmo, são os inscritos iniciantes que páram na direita para fazer selfies, formam corredores humanos e caminham na direita, atrapalhando quem realmente quer correr. Mas no geral, foi bem melhor do que o Circuito das Estações e a Night Run.
Chip e tempo
Uma coisa muito boa nas provas organizadas pela Iguana é o chip integrado ao número do peito. Além de facilitar a retirada (já pensou se eu tivesse que tirar o chip na arena???? Teria perdido a largada com certeza), ainda tem marcação em alguns pontos. As marcações para quem correu 8K acontecem no quilômetro 2 e no final. Isso dá maior confiança no resultado da prova e ajuda a entender em qual momento nossa performance foi melhor.
Kit
Na retirada do Kit tive uma enorme frustração. A camiseta e a sacolinha são de baixa qualidade, mas no final da prova a entrega do lanche compensou esse fato. Ao invés das tradicionais bananas e maçãs, ganhamos um Kit com queijo, banana passa e diversos biscoitos. Além do tradicional Gatorade e de sorvete (sim, sorvete!!!!). Foi muito legal, porque esse alimento gelado e doce traz mais energia depois de tanta dedicação.
Tinha massagem e outros agrados, mas como sempre eu estava correndo (os meninos estavam sozinhos em casa porque o Angelo foi fazer um pedal no interior). Foi só o tempo de fazer nossas fotos e correr para pegar trem e metro novamente.
Resumo do domingo: uma corrida fantástica!
terça-feira, 14 de julho de 2015
Acessórios para Corrida
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| Vestida para correr |
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| Roupa de inverno |
Depois percebi que roupas mais apropriadas fazem diferença. Comprei três Tops e três shorts-saias que proporcionam muito mais conforto. Mas resolvi comprar sempre em promoção. Pontas de estoque ou mudança de coleção são ótimas. Não gastei mais do que R$ 45,00 por peça (e das marcas Adidas, Nike e afins).
Quando comecei a querer aumentar a quantidade de Kms corridos, resolvi comprar uma meia de compressão. Para experimentar, não comprei de marca famosa porque são muito caras. Comprei uma da marca da Decatlon por R$ 49,90 e agora uma da Lupo (Canelito) por R$ 37,90. Realmente ajudam.
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#eumeremexomuito,
#mulherescorredoras #correrparacomer
Divas que Correm
Amei esse blog. E esse artigo está show de bola.
http://divasquecorrem.com/treinos-e-provas/por-que-a-rodagem-e-tao-importante-para-a-evolucao-na-corrida/
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
Athenas - próximo desafio
Domingo tem mais um desafio: Athenas. Vou correr SÓ 8k.... Já tô achando pouco. Kkkk
Mas é um percurso novo. Então nessa etapa vamos de 8 e na próxima de 10k. Animada.
Minha meta é cumprir o percurso em 51 minutos e 40 segundos. Reduzir em 1 min. a minha última marca.
Minha meta é cumprir o percurso em 51 minutos e 40 segundos. Reduzir em 1 min. a minha última marca.
http://www.circuitoathenas.com.br/2015/sp-16k/kits
Como calcular a Frequência Cardíaca Média
É engraçado como vamos evoluindo e querendo mais informações a medida que nos dedicamos a uma atividade. Quando comecei a correr no ano passado, fui atrás do básico: um bom par de tênis. Corri com legging que eu já tinha e meias básicas.
Depois da primeira corrida, fui buscando informações e acessórios. Meu primeiro acessório foi um frequencímetro básico, que uso até hoje. Ele mostra apenas os batimentos cardíacos, tem cronômetro e relógio.
Agora quero melhorar meu desempenho nas corridas de 5km. Na minha última prova, fiz em 31minutos e 50 segundos. Quero chegar nos 30 minutos. Então preciso fazer alguns treinos intervalados. Como meu frequencímetro não faz esses cálculos, lá fui eu procurar. Achei o seguinte que vou seguir:
O índice é obtido subtraindo a sua idade de 220 e, depois, calculando as porcentagens do total. Por exemplo, se você tem 42 anos: 220 - 42 = 178. Caso as porcentagens pedidas sejam exatamente estas (65% e 85%), o resultado será: 178 x 65% = 116 batidas por minuto e 178 x 85% = 152 batidas por minuto. Esses são o número mínimo e máximo de batimentos cardíacos por minuto que você deve manter, ou seja, as zonas-alvo do seu treinamento.
Meus exemplos:
ML (Muito leve) = 107 FC até 116
LE (Leve)= 116 FC até 134
MO (Moderado) = 134 FC até 152
FO (Forte) = 152
até 170 FC
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Tem jeito
Hoje comi dois pães! Um integral e outro multigrão. Consciência pesada? De jeito nenhum.
Tomei meu shake Herbalife na hora do almoço. Corri 8k, fiz 40 minutos de musculação e então me larguei no pão.
Essa é a parte que eu amo na corrida. Correr para comer e olha a diferença!
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