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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Nossa primeia Meia Maratona


   No dia 22 de maio, fizemos nossa primeira Meia Maratona. Tudo bem que foi de revezamento, isto é, cada uma correu 5,25K. Mas foi uma meia maratona. Nosso tempo foi super bom. Ficamos em 31o. lugar na categoria quarteto. Ficamos muito empolgadas. Isso significa que estamos treinando legal.


Nossas impressões
Esse ano foi a primeira Girls on the Route, uma meia maratona exclusiva para mulheres. No momento da inscrição rolou um certo estresse, mas rapidamente resolvido. O valor era R$ 69 por corredora, mas ao cobrar o sistema cobrou os R$ 69 pelo total do quarteto. Bastou ligar e eles resolveram no ato.
A retirada do kit foi na Loja Memo do Shopping Iguatemi e tivemos 4 dias para fazer essa retirada. Foi bem tranquilo. Loja vazia, bom atendimento e Kit legal: camiseta, duas revistas (Runners, Glamour), um par de meias e uma linda viseira preta.


A corrida foi toda feita no circuito padrão que é organizado perto do parque Ibirapuera, com a largada na frente do Obelisco. Apesar de ter chovido o sábado todo, o domingo amanheceu com um lindo céu azul e um sol muito brilhante. Apesar disso, estava bastante fresco. Um clima delicioso para correr.

A Fernanda foi a primeira atleta do nosso grupo. Como sempre, fez um excelente tempo, por volta de 28 minutos. Na sequência fui eu (com 30 minutos), depois a Lilian e quem fechou o nosso quarteto foi a Edilene. A troca das atletas estava muito bem sinalizada e como a corrida estava mais para vazia, foi bem fácil encontrar a próxima corredora para entregar a tornozeleira. Bem diferente da corrida de revezamento do Pão de Açúcar que tem muitos atletas e a gente acaba se confundindo.

O guarda-volumes e os banheiros químicos também foram em número suficiente para a quantidade de inscritas. Havia patrocinadores distribuindo, chás, energéticos, salgadinhos orgânicos etc.

É bem diferente correr com um grupo. Eu já estou correndo 16k, mas esses 5k foram bem desafiantes. Precisava entregar um tempo legal para não deixar as coisas mais difíceis para a Edilene que era a última. No meio do trajeto, passei sentir as pernas pesadas, mas ainda assim não reduzi o ritmo, batimento a quase 180 e não baixava. O esforço foi tanto que no dia seguinte, fiquei até dolorida.


Foi muito emocionante. No final esperamos a Edilene e fechamos a corrida de mãos dadas Esse quarteto vem se superando a cada corrida. Amei fazer essa prova e mais ainda comemorar a nossa superação.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Um novo aplicativo de Corrida

Usei por quase 2 anos o aplicativo Runtastic e gostei muito. Mas ele estava instalado no meu celular Android que está na sua sobrevida. Fica travando, reinicia e perde o sinal do GPS. Agora passei a usar o Nike Run no IPhone. O bom desse aplicativo é que é possível correr em lugar fechado e seu contador é bem próximo ao da esteira. Por outro lado, ele não permite incluir treinos que não sejam de corrida.
Outro ponto legal do Nike Run é permitir acompanhar as corridas dos amigos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Publicar ou não publicar

Dia desses saiu um bafafá num grupo de corredores no facebook, porque uma moça disse que já bastava de fotos do Kit da Corrida Vênus: já que o Kit era igual em todas as fotos. Esse post gerou vários comentários e acabou descambando para brigas.
Eu saindo pro treino


Fiquei pensando sobre o fato e observando o meu comportamento e das minhas amigas antes, durante e depois das corridas desse final de semana (Vênus e Pão de Açúcar). Realmente após um fim de semana de várias corridas, o Facebook e o Instagram são inundados diariamente com um monte de selfies amadoras e fotos profissionais dos corredores.

Isso é chato?

Sinceramente para mim não. Adoro ver as fotos dos amigos, dos conhecidos e até dos desconhecidos. Também adoro postar e o pior... depois de alguns meses adoro voltar para aquelas fotos e revê-las. O porquê desse comportamento é que gostaria de abordar.

Correr vicia mesmo. É igual comer um doce que dá muito prazer. É como beber... E talvez seja como fumar. A gente quer sempre um pouco desse sofrimento, seguido de prazer todos os dias. Também precisamos manter o nosso estímulo em alta, porque - como já falei - tem sofrimento nesse processo. Postar fotos é tipo uma cartarse, é como um trabalho em um grupo de apoio. Você posta a sua foto e vários amigos comentam, fazendo o papel de estimuladores.

Também é legal mostrar para convencer quem não corre que esse vício é muito bom. Até porque todo corredor quer trazer amigos para a roda. Além disso (ou o principal disso), é uma forma de se auto parabenizar. Depois de tanto esforço e dedicação, é muito gostoso mostrar para a comunidade que vc venceu, que está feliz, que fez ou manteve amizade.

Tem o lado de mostrar que vc é muito esforçado. Todo corredor adora dizer que acordou 4, 5 horas da manhã para treinar ou para participar de uma prova de rua. Gostamos de mostrar os nossos treinos e esforços para comprovar que nada é fácil, mas que conseguimos.

 Para quem fica de saco cheio de tantas fotos, esses comportamentos podem parecer muito infantis. E são mesmo. Meus filhos de 10 e 7 anos também apresentam esses comportamentos, mesmo não usando tanto as redes sociais. Sendo assim, como postar fotos não prejudica ninguém, sugiro que meus amigos corredores continuem com seus comportamentos, mesmo que pareçam infantis para outros. Afinal... como já diziam, que "os incomodados que se mudem".

Além disso, existem saídas para os cansados dos excessos de postagem de fotos de corrida.
Algumas alternativas:
- não tenham ou não sigam amigos corredores nas redes sociais;
- se querem ter esse tipo de amigos mas não ver suas postagens, bloqueiem os posts desses caras;
- saiam das redes sociais;
- passem rapidamente pelos posts dos amigos corredores;
- façam filtros mais direcionados para que os posts não sejam os primeiros a aparecer.

Enfim, busque A SUA ALTERNATIVA e deixe quem gosta de postar, postar, portar e postar ser feliz. Afinal de contas, rede social é como televisão, ninguém é obrigado a ter, assistir ou ficar preso a uma programação.

domingo, 20 de setembro de 2015

Desafio em dose tripla

No ano retrasado, acompanhei a movimentação dos colegas da Atlas Schindler se organizando para correr a Maratona de Revezamento do Pão de Açucar. Na época, comentei que eu ainda faria essa prova, mas não acreditei muito que isso seria possível. Um ano depois fiz a minha primeira prova de corrida de rua: a do MC Donalds, mas não me sentia preparada para correr com uma equipe.

Enfim esse ano chegou a minha vez de participar. Preparada e com muita vontade. Só que tinha um detalhe: eu já havia feito a inscrição para a corrida exclusiva para mulheres: a Vênus que seria no mesmo dia. Por insistência da corredora mais experiente, topei fazer as duas. E um mês antes da prova: SURPRESA!!! Uma lesão na panturrilha.

Que desespero

Desespero por não poder treinar, desespero por ter um compromisso e não poder cumprir, desespero por medo de não poder mais correr. Mas com a indicação de uma amiga do coração, fui num fisioterapeuta e comecei as minhas 10 sessões de fisioterapia. Na semana passada, fiz a minha primeira prova de retorno e sem dor. Após correr os 5k do Circuito das Estações - Primavera, senti pela primeira vez, que poderia fazer as duas provas. Mas, confesso, com muito medo já que a preparação não tinha acontecido.

Vênus
A primeira prova foi a Vênus, realizada no Jockey Club. A Edilene e eu saímos de casa às 5h30, estacionamos no Parque do Povo e fomos a pé até o Jockey. A Fernanda, a Lilian, a Edilene, eu e mais 12 mil mulheres, largamos em busca dos nossos objetivos: 5k, 10k e 15k. Consegui fazer a prova de 5k em 35 minutos, de olho no frequencímetro. Meu objetivo era não deixar os batimentos muito altos para que eu chegasse inteira no Parque Ibirapuera, onde seria a segunda prova. Terminei a corrida, inteira e totalmente sem dor. Foi muito emocionante terminar a prova, gritei e comemorei muito ao passar pelo pórtico de chegada. Depois das selfies tradicionais, saímos em busca da minha segunda medalha.

Maratona Pão de Açucar
Depois de 20 minutos, chegamos ao Parque Ibirapuera. Minha amiga Edilene assumiu o volante e levou meu carro embora. Eu fui caminhando por uns 3 quilômetros até a tenda da Atlas Schindler, perto do Obelisco. Depois de me alimentar, trocar a camiseta e hidratar, voltei para perto do lago onde seria o ponto de troca dos atletas com número ímpar.


Apesar do calor escaudante, do cansaço de já ter feito uma prova e ter caminhado tanto, estava me sentindo bem. Depois de uma hora de espera, a Joana apareceu com o bracelete. Aí sim, é que senti o forno que seria corrida e a falta que faz árvores nas ruas.

Eu fui a 7a. e penúltima atleta a correr. Comecei meu trajeto às 10h45 e fiz o meu caminho (quase todo de subida na 23 de Maio) embaixo de um sol de 32 graus e clima seco. A alternativa foi me molhar com os copos de água e caminhar um pouco na subida para poupar a minha perna. Mas cumpri... Logo no pórtico, vi a minha amiga Cláudia (a mesma que me incentivou a fazer as duas provas). Entreguei o bracelete e dei aquele suspiro de alívio. 
Sabia de nada, inocente!!! Faltando uns 300 metros para a chegada, encontrei a Cláudia e ela me incentivou a voltar a correr para chegarmos juntas (nossa... aí sim achei que quebraria). Outra amiga e atleta do grupo, a Cláudia Vieira, também terminou com a gente. Foi uma das maiores emoções que tive, todo cansaço foi embora.
A superação é a melhor sensação que um ser humano pode sentir. Por isso é que a corrida vicia. Mesmo com sofrimento, porque foi uma sofrência muito grande correr mais de 3 quilômetros no sol forte e subida, ao final se tem a sensação de rendenção.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Corrida contra o Câncer de Mama

Nesse domingo tivemos a Corrida Contra o Câncer de Mama, no circuito próximo ao Parque Ibirapuera. Como ainda estou me recuperando da lesão na panturrilha, estava de castigo e não podia correr. Meu primeiro pensamento foi ficar em casa dormindo, mas ao ver tanta gente mostrando a animação para as várias corridas do domingo no Facebook, resolvi acompanhar as minhas amigas.


Acordei às 5h15 sem nenhuma dor, mas ainda assim me mantive firme no propósito de não cair na tentação de fazer o circuito de 5km caminhando. Fiquei ao lado da Fernanda, da Edilene e da Lilian até a largada e depois fui para a lateral acompanhar a corrida, devidamente sentada.


Uma nova visão
Tive uma visão diferente da corrida. Fiquei observando os atletas e vi diversos tipos: o atleta de elite, com seu rosto demonstrando esforço e foco. A atleta bonitona, desfilando seu conjunto de tênis, top e shortinho combinando. O atleta tecnológico, com todo o aparato para acompanhar os seus índices. O atleta selfie e seu inseparável pau de selfie, a atleta família, com seu marido, filhos e até cachorros. Os amigos atletas que correm em grupo, fazendo algazarra. O atleta engajado, que sempre leva um cartaz por uma boa causa. O atleta do bem, emprestando suas pernas para pessoas em cadeira de rodas. O atleta maluco, que corre atropelando tudo e todos para fazer o melhor tempo. Enfim... pude acompanhar com o olhar de espectadora toda essa gente que faz o clima da corrida ser tão gostoso.


Pude parar e avaliar o porquê da corrida na minha vida. Afinal o meu objetivo que era emagrecer e esse eu já alcancei. Então podia aproveitar a lesão como desculpa e parar com todo esse esforço e sofrimento. Mas o meu pensamento foi de que é isso que eu quero. Quero continuar correndo. Quero continuar a fazer parte desse grupo tão heterogêneo. Quero continuar a mostrar para mim mesmo que depois de tanto esforço tem sempre a recompensa da endorfina. E por falar em endorfina... como ela faz falta.


Ontem fui para academia pela segunda vez e fiz 30 minutos de ergométrica. Não é a mesma coisa. O batimento cardíaco não acelera e o suor demora muito mais para aparecer. Mas a endorfina pingou na minha veia. Voltei para casa um tantinho mais feliz.


Hoje tenho mais uma sessão de fisio. Parece que realmente vou poder participar da Disney Magic Run. Serão 10k no próximo domingo. Com certeza não conseguirei fazer todo o percurso correndo, depois de 2 semanas sem treinar. Mas será mais uma oportunidade de testar se eu de fato me recuperei. Também será uma forma diferente de olhar a corrida. Agora como espectadora e participante. Olhando mais para os outros e menos para dentro de mim mesma.

domingo, 26 de julho de 2015

Delta Alemanha

Hoje fizemos a Delta Alemanha, no Parque da Independência, no Ipiranga. Uma das corridas mais feliz e gostosa dessa jornada de quase um ano. Além de reunir as minhas amigas corredoras (agora com a presença de mais uma integrante: a Sandra Mara), ainda tive o privilégio de correr com amigos e colegas da Elevadores Atlas Schindler.

A empresa em que trabalho foi a principal patrocinadora dessa etapa, em conjunto com a Herbalife, empresa em que sou cliente fiel. Então juntou a fome com a vontade de correr (desculpe o trocadilho infame kkk).
Isso significou inscrição 100% patrocinada para corredores funcionários da Atlas Schindler Para tanto, bastou apresentar os exames cardiológicos e a carta do cadiologista liberando a gente para a corrida. Exames e cartinha pronta... Estávamos prontos para sermos ainda mais felizes. Se a inscrição não fosse o suficiente, a empresa ainda facilitou a retirada dos Kits, que foi feita na própria empresa, com zero de fila. Huhuhu!!!

. Foi muito bom encontrar meus amigos numa energia super contagiante.

Ver o logotipo da Elevadores Atlas Schindler nas camisetas, na tenda e em todos os lugares foi bem emocionante. O estande estava lindo e com excelente infraestrutura. Além das tradicionais frutas, havia ainda hidratação da Herbalife, barrinhas de cereal e uma quick massage (que fiz ao final) excelente. Tudo obra da Alexandra Fernandes e da Selma Cruz, que estavam lá dando uma força em tudo. Fiquei muito feliz mesmo.
Outra coisa boa foi que hoje amanheceu frio mas seco. Ontem foi um sábado muito chuvoso em São Paulo e o nosso medo era que estivesse chovendo durante a corrida. Esse temor era menos por correr molhada, mas como o percurso tem muitas subidas e descidas, dá um medo danado de escorregar e cair. Passamos por esse sufoco na Delta Portugal e não foi legal.

A Corrida
Saimos de casa, a Edilene e eu, às 5h50 e 6h00 já estávamos estacionando o carro. Preferimos estacionar um pouco longe do parque para evitar a taxa flanelinha que vai de R$ 20 a R$ 40 nos dias de prova. Caminhamos uns 500 metros e chegamos no Parque da Independência. Apesar de escuro ainda, andar pelas ruas foi tranquilo porque vários corredores estavam chegando com a gente.
Fomos pegar meu chip (é a Ativo ainda usa esse tipo de chip... snif... snif) e depois fomos caminhar, colocar minha mochila no guarda-volumes e fazer algumas selfies. Logo encontramos as meninas (minha irmã, a Lilian e a Sandra) e fomos para o estande da Atlas Schindler. Apresentações e selfies feitas, já estava na hora da largada. Fui para o pelotão verde e as meninas pro Pelotão Pipoca (aqueles que não fazem inscrição são separados).
Nesse circuito, a largada acontece bem na subida dos skates do Parque e segue praticamente por 1 km na Avenida da Nazaré. Realmente é puxado, mas dessa vez senti muito menos. Acredito que o treinamento de Hiit (intervalados rápidos com batimento cardíaco, alto, médio e baixo) tem ajudado. Essa semana vou treinar um pouco mais fortalecimento. A exemplo do que aconteceu ao correr 8k, sinto mais fraqueza nas pernas do que falta de fôlego. Então tá resolvido.
Depois do quilômetro 1, o percurso entra num sobe e desce que ajuda a se recuperar. Dessa vez achei até prazeroso correr pelas ruas do Ipiranga, mesmo com essas subidas pelo caminho. O difícil mesmo é que a corrida termina também na subida dentro do Parque do Ipiranga. Ufaaa, essa subida no final judia. Imagino quando estiver mais quente, o que deve ocorrer na Delta França.
Novamente fiquei observando os pipocas. Eles não atrapalham. Incrível como não tem pipoca parado ou caminhando pela esquerda. Eles também não atropelam e nem brigam pela água. Por isso, nessa discussão, sou a favor das pipocas sim. Sem problemas.

Terminei a corrida no meu melhor tempo: 31 minutos. Peguei minha medalha, frutas e hidratação e fui procurar as meninas. Fizemos as nossas fotos com aquela sensação gostosa de pós corrida. E é essa sensação que faz o sacrifício valer a pena. É tipo uma droga ou como me sinto quando bebo um vinho. Fico relaxada e feliz. Também é no meio da corrida que tenho insights ou ouço a voz clara do meu mentor me dando orientações. É tão claro, como se nenhum outro barulho me perturbasse.

Por isso que amo correr... E por falar nisso... quando será a nosso próximo desafio.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Como calcular a Frequência Cardíaca Média


É engraçado como vamos evoluindo e querendo mais informações a medida que nos dedicamos a uma atividade. Quando comecei a correr no ano passado, fui atrás do básico: um bom par de tênis. Corri com legging que eu já tinha e meias básicas.
Depois da primeira corrida, fui buscando informações e acessórios. Meu primeiro acessório foi um frequencímetro básico, que uso até hoje. Ele mostra apenas os batimentos cardíacos, tem cronômetro e relógio.
Agora quero melhorar meu desempenho nas corridas de 5km. Na minha última prova, fiz em 31minutos e 50 segundos. Quero chegar nos 30 minutos. Então preciso fazer alguns treinos intervalados. Como meu frequencímetro não faz esses cálculos, lá fui eu procurar. Achei o seguinte que vou seguir:
O índice é obtido subtraindo a sua idade de 220 e, depois, calculando as porcentagens do total. Por exemplo, se você tem 42 anos: 220 - 42 = 178. Caso as porcentagens pedidas sejam exatamente estas (65% e 85%), o resultado será: 178 x 65% = 116 batidas por minuto e 178 x 85% = 152 batidas por minuto. Esses são o número mínimo e máximo de batimentos cardíacos por minuto que você deve manter, ou seja, as zonas-alvo do seu treinamento.
Meus exemplos:
ML (Muito leve) = 107 FC até 116

LE (Leve)= 116 FC até 134

MO (Moderado) = 134 FC até 152

FO (Forte) = 152 até 170 FC


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Tem jeito

Hoje comi dois pães! Um integral e outro multigrão. Consciência pesada? De jeito nenhum.
Tomei meu shake Herbalife na hora do almoço. Corri 8k, fiz 40 minutos de musculação e então me larguei no pão.
Essa é a parte que eu amo na corrida. Correr para comer e olha a diferença!

terça-feira, 7 de julho de 2015

Kms em prova: 85,3

Desde o dia 19 de outubro de 2015, quando fiz a minha estreia em corridas de rua, percorri 85,3 kms em 15 provas. O que significa isso? Significa que viciei. Criei um vício bom, daqueles hábitos que realmente mudam a nossa vida.


Minha gatinha morreu na sexta-feira da semana passada, depois de 14 anos de muito amor. O único momento que não lembrei da dor foi durante as horas em que estive dedicada à prova no domingo. Para dizer que não lembrei dela, no último quilômetro me veio a lembrança dos olhos azuis dela. Mas a lembrança não estava cercada de dor da perda. E sim de amor e saudades.


A corrida faz isso.


É engraçado como ficamos chatos para o mundo. Mas a adrenalina e a endorfina viciam tanto que a gente quer sentir esse prazer o tempo todo. Ontem foi dia de descanso porque corri no domingo, mas ainda assim quis ir na academia: 8km de trote e elíptico, mais exercício de fortalecimento das pernas. Voltei para a casa equilibrada e tranquila. Vou fazer de tudo para que eu não abandone esse hábito.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Circuito das Estações - Etapa Inverno

Esse domingo foi um dos mais frios do ano em São Paulo. Ainda assim, minhas amigas e eu não nos deixamos derrubar e fomos fazer a nossa prova Circuito das Estações - Etapa Inverno, colocando mais 5k na nossa conta. Quando acordei às 5 da matina, o termômetro marcava 10 graus. Na rua, vimos outro termômetro marcando 11 graus. Mas a sensação térmica era muito menor devido ao vento. A parte boa é que - mesmo chovendo o sábado todo - o domingo acordou úmido mas sem garoa.


Superação
A maior superação do nosso grupo foi da minha amiga e incentivadora Edilene. Ela foi para Jacareí (onde também mora) para diversos compromissos no sábado. Pegou um ônibus a noite, chegou em São Paulo quase 10h00 da noite. Acordou às 5h00 no domingo, fomos de metrô até o Pacaembu, corremos nossos 5k, voltamos de metrô para casa. Ela tomou um banho e rumou novamente para Jacareí de ônibus para outra série de eventos e compromissos com a família.
É ou não é uma vitoriosa?
Isso sem falar que teve um problema de coluna e essa foi a primeira prova depois de ter sido liberada. Essa é a minha amiga!!! Ela é culpada por eu ter me viciado nessa vida. E quando penso em desistir lembro da sua garra. Vamos que vamos!


Unidas pela corrida
Nesse domingo estávamos em 4 mulheres: Edilene, Lilian, Fernanda e eu. Cada uma correndo e competindo consigo mesma. Nosso foco: mais saúde, mais disposição e, se possível, baixar o tempo. Mas o principal é podermos ter um tempo só para nós. Filhos, maridos, carreiras, contas, problemas, família... tudo fica guardado na gaveta por umas duas a três horinhas enquanto estamos fazendo nossas selfies, correndo, fazendo mais fotos, conversando, comemorando... Enfim, é isso que nos faz felizes.


Minha percepção
Essa foi minha terceira corrida no Circuito das Estações. Nas três achei a prova muito cheia, só perdendo para a Night Run. Isso dificulta a nossa vida se o objetivo for diminuir o tempo. Nessa em especial, havia muitos novatos: o que é bom porque mostra o Paulistano mais preocupado com a saúde. Me pareceu que a maioria era convidado de Patrocinadores, caminhando com crianças e animais, com a mochila da prova nas costas.


A parte chata é que eles não seguem regras básicas da corrida. Andam em formação lateral, conversam e param para tirar fotos o tempo todo. A gente vem correndo, concentrado e quando percebe existe um muro na sua frente. Aí é preciso dar aquela estancada e começar tudo de novo. Acho que os organizadores, deveriam fazer um pelotão especial para eles. Seria mais seguro e animado para todos. No pelotão branco entram os iniciantes, os "turistas" e todos os outros. Ou ainda criar uma provinha para caminhada. Fica a dica.


Eu sou do pelotão verde: um antes do branco. Isso significaria que minha largada seria mais na frente e os novatos não me atrapalhariam. Isso funciona em algumas provas como na Delta, nas 10 Milhas. Mas na Circuito das Estações não funcionou ontem e nas duas anteriores.


Existe muito a discussão sobre os pipocas (eu sou uma delas). Mas no geral nós somos educados, já que não existe pipoca que de fato não esteja interessado em correr. Nós corremos pela direita, levamos nossa hidratação e somos solícitos. Não vi até hoje problemas sérios com os pipocas.


Meu tempo
Até outubro de 2015 tenho dois objetivos: 5k em 30 minutos e fazer uma prova oficial de 10k com tempo inferior a 1h15. Comecei em outubro de 2014 com 5k, em 38minutos, com pace de 7:36. Meu tempo ontem foi 31:50. Com pace médio de 6:22. Acho esse percurso meio chatinho. Os últimos 2k são na Pacaembu que é uma subida leve mas constante. Isso faz meu tempo ficar pior, sem falar dos muros de principiantes no início da prova que dificultaram ganhar velocidade. Considerando tudo isso, estou feliz com o meu resultado.


Fiquei preocupada apenas com uma coisa: no 4o. quilômetro, olhei para a lateral e quando voltei meu foco para frente, meus olhos escureceram. Olhei pro relógio e meu BPM tinha caído para 130. Normalmente corro entre 150 e 165 batimentos por minuto. Diminui o passo, controlei a respiração e a ansiedade. Tomei meu Carbu (carboidrato em gel) e tomei água. Logo o desconforto passou mas hoje estou sentindo que a labirintite está querendo invadir meu corpo. Aff... Não vou deixar. Dormi a tarde toda ontem para amenizar o meu cansaço e também a minha tristeza pela morte da Phoebe.


O bom é que na quarta-feira volto a fazer exames de controle, entre eles o cardíaco. Vamos ver se foi só um susto súbito ou se tem mais alguma coisa por aí.

domingo, 21 de junho de 2015

EuAtleta - Meus primeiros 10k

Corri hoje na Etapa São Paulo da EuAtleta. Como não tinha me inscrito, resolvi fazer o percurso de 10k sem compromisso. Minha ideia era correr e caminhar com o objetivo de finalizar a prova sem desgaste. Abaixo minhas impressões.


O dia acordou bem frio (12 graus no momento que sai de casa) e demorou bastante para clarear. Chegamos no Parque Ibirapuera às 6h30 e fomos caminhando até a Assembléia Legislativa onde seria a largada. Tudo muito organizado e diversos patrocinadores, inclusive a Três Corações servido café quentinho. Mas como boas e educadas pipocas que somos não aproveitamos a estrutura.


Achei que havia poucos inscritos, o que torna a corrida mais confortável. Mas a largada como sempre foi bem animada e sempre me arrepia. E o percurso - para mim - é o melhor. Amo o Parque Ibirapuera e sempre que olho o lago me dá calafrios e é como seu eu chegasse no nirvana. Inclusive nesse momento, essa visão foi um consolo, já que era no 2o. KM.


Minha mente sempre briga comigo até o km 3. É super engraçado. A ponto de eu tentar me convencer a parar ou a não encarar o percurso mais longo. Minha mente fica listando o cansaço das pernas, a falta de ar, a dor de cabeça, o batimento cardíaco acelerado etc. Mas o meu consciente é mais forte e com a ajuda da visão do Parque Ibirapuera fui em frente.


Sofri ainda até ultrapassar os 5 primeiros quilômetros, depois disso meu corpo entrou no "modo alpha" e passei a curtir a corrida. Tanto é que meu batimento baixou num ritmo confortável e não subiu mais. Mesmo quando estava na subida e uma senhora caiu ao meu lado.


Conclusão: terminei a corrida em 1h06. Muito melhor do que 1h30 que achei que chegaria. Minha chegada foi tranquila. Encontrei minha amiga Cláudia e consegui conversar com ela com muita tranquilidade. Prova de que não me matei. Com certeza, estou pronta para outros desafios.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Nirvana

Hoje fui treinar na rua. O céu estava escuro e a previsão do tempo dizia que iria chover.  Mas a temperatura estava bem agradável.

Lá pelo km 4 comecei a sentir os primeiros pingos e de repente o céu desabou. Uma chuva grossa e intensa. Mas o céu tinha partes azuis. A sensação foi ótima. Refrescante e um sentimento de liberdade. Um verdadeiro nirvana.  É por isso que amo correr.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

O treino nosso de cada dia

Hoje consegui vencer a preguiça e fui treinar. Fiz um teste no treino intervalado pela primeira vez para testar. Quero melhorar meu tempo nas corridas e pelo que li, o HIIT pode me ajudar.


Fiz na esteira e foi horrível, odiei. Ficar subindo e descendo o botão de velocidade é muito chato. No elíptico é melhor. Já que é mais fácil dar velocidade e diminuir conforme a orientação do aplicativo.


Tudo isso porque eu quero evoluir na corrida. Por falar nisso, no domingo vou correr meus primeiros 10k em uma prova. Vou na manha e vou sem meta de tempo. A meta será chegar com conforto.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Próximo desafio - Delta Portugal

Nosso próximo desafio já está aí. Domingo tem Delta Portugal

domingo, 17 de maio de 2015

12 quilos mais tarde

Hoje corri 8k e fiquei emocionada em conseguir concluir a prova sem grande dificuldade!  Há um ano, eu era incapaz de correr 5 minutos.

Mas o melhor é ver as fotos antigas. A calça jeans da segunda foto era 44 e em janeiro de 2014 já não me servia de tão gorda que eu estava. Pois bem! Semana passada eu doei a maldita. Kkkk. Estava tão larga que quase cabiam duas Katia.

Uma bênção. Isso graças a corrida. Ao shake da Herbalife e a minha vontade de mudar.