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domingo, 12 de junho de 2016

Corrida contra o Câncer de Mama

Hoje fizemos a corrida e caminhada de rua do Circuito contra o Câncer de Mama. Eu já tinha ido no ano passado, mas como estava lesionada, acabei não correndo. Esse ano fiz o percurso com bastante facilidade, já que era quase impossível ganhar velocidade. Como o evento é patrocinado, a corrida tem um valor razoável (R$ 60,00) e muita gente participa. Outro fator é que a largada da caminhada acontece junto com a corrida. Aí embola tudo mesmo.

Mas quando falo muita gente, falo muita gente mesmo... Tanto que nos dois primeiros quilômetros só dava para trotar. Depois até que fluiu, mas sempre que o percurso afunilava, dava uma travada de novo.



Organização
Quem organiza essa prova é a Yescom. Eles são pouco tecnológicos quando comparados com a Ativo, por exemplo. Para tirar o Kit, não vale foto ou autorização no celular. É preciso ter o boleto, o pagamento e o documento impresso e eles retém as cópias lá. Contratamos um boy para buscar, já que as filas estavam enormes e ele perdeu um tempão para pegar. Mesmo com toda essa burocracia, muita gente se inscreve (inclusive eu).
Com esse público todo, tivemos muita dificuldade com o guarda-volumes. Super mal organizado e com pessoas bem mal humoradas. Era tanta gente tentando deixar as roupas de frio, que largamos com mais de 10 minutos de atraso. Mas me disseram que é sempre assim. Pouca gente no staff....


Mesmo assim, vale muito a pena participar. Tenho certeza que ano que vem estarei lá novamente.
Mas não se engane. Essa não é uma prova para buscar tempo, mas para sentir a energia, apoiar a causa e - principalmente - apoiar novos corredores. Muita gente se apaixona pelo esporte, participando desse tipo de prova. Então sou super fã.


Nessa oportunidade tivemos a companhia da minha mãe. E também tivemos a primeira participação da Andréa Faber, minha amiga da Elevadores Atlas Schindler. Estávamos num grupo grande e conseguimos fazer uma foto todos juntos.


Frio... muito frio
Estamos no outono, mas essa semana a temperatura caiu drasticamente, ficando com temperaturas típicas de inverno. Quando acordei, os termômetros marcavam 7 graus. E na largada, a temperatura estava em 8 graus apenas. E mesmo com sol, fechamos o percursos com míseros 9 graus.

Corrida em 2015
Corri com uma camiseta de manga longa por baixo e a camiseta de algodão da prova por cima. Mesmo assim, senti minhas mãos congelando até o 3k. Depois disso, meu corpo aqueceu e passei a curtir a prova. Não senti calor, mesmo estando com duas camisetas, de bandana e de calça.


Depois da corrida, foi fundamental colocar uma blusa de frio para fazer as fotos e atravessar todo o Parque Ibirapuera para voltar ao carro.







domingo, 5 de junho de 2016

Delta Argentina

Hoje foi dia deDelta Argentina, uma corrida cheia de percalços. Fizemos a inscrição num grupo de 5 amigas: Ariane, Fernanda, Lilian, Paula e eu. Uma semana antes da corrida, a Ari avisou que não faria porque estava em recuperação de uma pneumonia. Na sexta-feira, a Paula avisou que não iria porque estava resfriada e muito triste: a gatinha dela havia sumido. E para fechar, ontem a noite a Lilian mandou mensagem dizendo que estava levando o Enzo no hospital porque o filhote estava com virose. Hoje de manhã acabou desistindo também (o Enzo está melhorando).

Além disso, estamos num outono bem diferente aqui em São Paulo. Depois de quase 30 dias sem chuva no mês de maio, em junho choveu todos os dias, tanto que ultrapassou o total esperado para o mês todo e ainda estamos no dia 05!!! Assim sabíamos que a corrida seria molhada, mas a madrugada de sábado para domingo supreendeu. Choveu muito forte a noite toda.

Sinceramente, às 4 da madrugada deu vontade de desistir. Voltei dormir e às 5, quando acordei de novo a chuva havia parado... Mas depois de 10 minutos caiu um temporal. Se a Fernanda tivesse desistido, acho que eu não teria ido. Mas graças ao empenho da minha irmã fomos em frente.

Chegamos perto do Parque da Independência por volta das 6:15 e estava chovendo. Colocamos as capas de chuva e fomos pegar o chip. Tudo fica mais confuso quando a manhã está úmida, mas enfrentamos. Deixamos as blusas, capas e todos os apetrechos no guarda-volumes e fomos para a largada. Nesse momento, a chuva apertou.  Apesar de me inscrever para 5k, fui determinada a correr 10k. Depois de 10 minutos de corrida, a chuva deu trégua e depois de uns 50 minutos veio a estiagem, com direito até a réstia de sol. Esse tipo de coisa tem acontecido com bastante frequência na minha vida de corredora. Ainda bem!!!

O Percurso
O trajeto da Delta é bem desafiador: a largada é feita na ladeira dos skates, dentro do parque. É uma ladeira totalmente íngreme. São quase 2km de subida no início e mais 3km de sobe e desce no bairro do Ipiranga. O percurso segue plano nos próximos 4km, que faz um zigue zague em torno da Avenida Dom Pedro, terminando na subida dos skatistas. Assim, a pior parte fica mesmo para quem corre 5k, já que não dá tempo de se recuperar para enfrentar a subidona do final.
No ano passado, eu já tinha feito as 3 corridas do Circuito Delta, mas apenas na modalidade 5k. Mas sinceramente, adorei correr os 10k, já que parece ser bem mais fácil do que os 5k iniciais.

Correr na chuva
Ainda não enfrentei uma corrida com chuva durante todo o percurso, mas já consegui percebi algumas coisas:

1. é fundamental levar um saquinho plástico para proteger o celular. As baçadeiras não dão conta de proteger o aparelho.
2. os documentos também precisam estar protegidos. Coloco numa carteirinha e ainda dentro de um saquinho tipo ziploc.
3. a viseira é fundamental. Ela protege do sol, caso ele dê as graças, mas principalmente protege o rosto e os olhos dos pingos da chuva, que chegam a machucar a pele.
4. as capas de chuva são importantes antes da largada para que o corpo não fique frio, mas durante a corrida se transformam em um abafador. Por isso, se não quiser jogar fora no meio do percurso, melhor tirar antes de sair correndo.
5. Outra coisa é o excesso de roupa. Vejo pessoas começando com uma camiseta de manga comprida por baixo, depois a camiseta da corrida e por último um moletom. Em menos de 2k as pessoas estão tirando as roupas e amarrando na cintura. Além do choque térmico, ainda fica aquele monte de penduricalho, além de perder alguns minutos nesse tira-tira.
6. O tênis e as meias molham mesmo, com chuvinha ou chuvão. As meias próprias para corrida incomodam menos quando molhadas, mas não tem muito o que fazer.
7. Sempre levo uma camiseta seca extra para voltar para casa. O Parque da Independência fica cerca de 10 minutos de casa, mas esse tempo é suficiente para gelar o corpo quando a camiseta, o top e tudo mais está molhado. Nessa época do ano, opto por uma camiseta de manga comprida de corrida. Elas protegem na medida certa.

8. Se a corrida for ainda mais longe ou se eu precisar voltar a pé para casa, levo mais um par de meias também.

É isso! Semana que vem tem mais um desafio. Corrida contra o Câncer de Mama. A previsão do tempo promete muito frio e chuva. Vamos que vamos...


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Publicar ou não publicar

Dia desses saiu um bafafá num grupo de corredores no facebook, porque uma moça disse que já bastava de fotos do Kit da Corrida Vênus: já que o Kit era igual em todas as fotos. Esse post gerou vários comentários e acabou descambando para brigas.
Eu saindo pro treino


Fiquei pensando sobre o fato e observando o meu comportamento e das minhas amigas antes, durante e depois das corridas desse final de semana (Vênus e Pão de Açúcar). Realmente após um fim de semana de várias corridas, o Facebook e o Instagram são inundados diariamente com um monte de selfies amadoras e fotos profissionais dos corredores.

Isso é chato?

Sinceramente para mim não. Adoro ver as fotos dos amigos, dos conhecidos e até dos desconhecidos. Também adoro postar e o pior... depois de alguns meses adoro voltar para aquelas fotos e revê-las. O porquê desse comportamento é que gostaria de abordar.

Correr vicia mesmo. É igual comer um doce que dá muito prazer. É como beber... E talvez seja como fumar. A gente quer sempre um pouco desse sofrimento, seguido de prazer todos os dias. Também precisamos manter o nosso estímulo em alta, porque - como já falei - tem sofrimento nesse processo. Postar fotos é tipo uma cartarse, é como um trabalho em um grupo de apoio. Você posta a sua foto e vários amigos comentam, fazendo o papel de estimuladores.

Também é legal mostrar para convencer quem não corre que esse vício é muito bom. Até porque todo corredor quer trazer amigos para a roda. Além disso (ou o principal disso), é uma forma de se auto parabenizar. Depois de tanto esforço e dedicação, é muito gostoso mostrar para a comunidade que vc venceu, que está feliz, que fez ou manteve amizade.

Tem o lado de mostrar que vc é muito esforçado. Todo corredor adora dizer que acordou 4, 5 horas da manhã para treinar ou para participar de uma prova de rua. Gostamos de mostrar os nossos treinos e esforços para comprovar que nada é fácil, mas que conseguimos.

 Para quem fica de saco cheio de tantas fotos, esses comportamentos podem parecer muito infantis. E são mesmo. Meus filhos de 10 e 7 anos também apresentam esses comportamentos, mesmo não usando tanto as redes sociais. Sendo assim, como postar fotos não prejudica ninguém, sugiro que meus amigos corredores continuem com seus comportamentos, mesmo que pareçam infantis para outros. Afinal... como já diziam, que "os incomodados que se mudem".

Além disso, existem saídas para os cansados dos excessos de postagem de fotos de corrida.
Algumas alternativas:
- não tenham ou não sigam amigos corredores nas redes sociais;
- se querem ter esse tipo de amigos mas não ver suas postagens, bloqueiem os posts desses caras;
- saiam das redes sociais;
- passem rapidamente pelos posts dos amigos corredores;
- façam filtros mais direcionados para que os posts não sejam os primeiros a aparecer.

Enfim, busque A SUA ALTERNATIVA e deixe quem gosta de postar, postar, portar e postar ser feliz. Afinal de contas, rede social é como televisão, ninguém é obrigado a ter, assistir ou ficar preso a uma programação.

domingo, 20 de setembro de 2015

Desafio em dose tripla

No ano retrasado, acompanhei a movimentação dos colegas da Atlas Schindler se organizando para correr a Maratona de Revezamento do Pão de Açucar. Na época, comentei que eu ainda faria essa prova, mas não acreditei muito que isso seria possível. Um ano depois fiz a minha primeira prova de corrida de rua: a do MC Donalds, mas não me sentia preparada para correr com uma equipe.

Enfim esse ano chegou a minha vez de participar. Preparada e com muita vontade. Só que tinha um detalhe: eu já havia feito a inscrição para a corrida exclusiva para mulheres: a Vênus que seria no mesmo dia. Por insistência da corredora mais experiente, topei fazer as duas. E um mês antes da prova: SURPRESA!!! Uma lesão na panturrilha.

Que desespero

Desespero por não poder treinar, desespero por ter um compromisso e não poder cumprir, desespero por medo de não poder mais correr. Mas com a indicação de uma amiga do coração, fui num fisioterapeuta e comecei as minhas 10 sessões de fisioterapia. Na semana passada, fiz a minha primeira prova de retorno e sem dor. Após correr os 5k do Circuito das Estações - Primavera, senti pela primeira vez, que poderia fazer as duas provas. Mas, confesso, com muito medo já que a preparação não tinha acontecido.

Vênus
A primeira prova foi a Vênus, realizada no Jockey Club. A Edilene e eu saímos de casa às 5h30, estacionamos no Parque do Povo e fomos a pé até o Jockey. A Fernanda, a Lilian, a Edilene, eu e mais 12 mil mulheres, largamos em busca dos nossos objetivos: 5k, 10k e 15k. Consegui fazer a prova de 5k em 35 minutos, de olho no frequencímetro. Meu objetivo era não deixar os batimentos muito altos para que eu chegasse inteira no Parque Ibirapuera, onde seria a segunda prova. Terminei a corrida, inteira e totalmente sem dor. Foi muito emocionante terminar a prova, gritei e comemorei muito ao passar pelo pórtico de chegada. Depois das selfies tradicionais, saímos em busca da minha segunda medalha.

Maratona Pão de Açucar
Depois de 20 minutos, chegamos ao Parque Ibirapuera. Minha amiga Edilene assumiu o volante e levou meu carro embora. Eu fui caminhando por uns 3 quilômetros até a tenda da Atlas Schindler, perto do Obelisco. Depois de me alimentar, trocar a camiseta e hidratar, voltei para perto do lago onde seria o ponto de troca dos atletas com número ímpar.


Apesar do calor escaudante, do cansaço de já ter feito uma prova e ter caminhado tanto, estava me sentindo bem. Depois de uma hora de espera, a Joana apareceu com o bracelete. Aí sim, é que senti o forno que seria corrida e a falta que faz árvores nas ruas.

Eu fui a 7a. e penúltima atleta a correr. Comecei meu trajeto às 10h45 e fiz o meu caminho (quase todo de subida na 23 de Maio) embaixo de um sol de 32 graus e clima seco. A alternativa foi me molhar com os copos de água e caminhar um pouco na subida para poupar a minha perna. Mas cumpri... Logo no pórtico, vi a minha amiga Cláudia (a mesma que me incentivou a fazer as duas provas). Entreguei o bracelete e dei aquele suspiro de alívio. 
Sabia de nada, inocente!!! Faltando uns 300 metros para a chegada, encontrei a Cláudia e ela me incentivou a voltar a correr para chegarmos juntas (nossa... aí sim achei que quebraria). Outra amiga e atleta do grupo, a Cláudia Vieira, também terminou com a gente. Foi uma das maiores emoções que tive, todo cansaço foi embora.
A superação é a melhor sensação que um ser humano pode sentir. Por isso é que a corrida vicia. Mesmo com sofrimento, porque foi uma sofrência muito grande correr mais de 3 quilômetros no sol forte e subida, ao final se tem a sensação de rendenção.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Acessórios para Corrida


Vestida para correr
Roupa de inverno
Depois percebi que roupas mais apropriadas fazem diferença. Comprei três Tops e três shorts-saias que proporcionam muito mais conforto. Mas resolvi comprar sempre em promoção. Pontas de estoque ou mudança de coleção são ótimas. Não gastei mais do que R$ 45,00 por peça (e das marcas Adidas, Nike e afins).
Quando comecei a querer aumentar a quantidade de Kms corridos, resolvi comprar uma meia de compressão. Para experimentar, não comprei de marca famosa porque são muito caras. Comprei uma da marca da Decatlon por R$ 49,90 e agora uma da Lupo (Canelito) por R$ 37,90. Realmente ajudam.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Como calcular a Frequência Cardíaca Média


É engraçado como vamos evoluindo e querendo mais informações a medida que nos dedicamos a uma atividade. Quando comecei a correr no ano passado, fui atrás do básico: um bom par de tênis. Corri com legging que eu já tinha e meias básicas.
Depois da primeira corrida, fui buscando informações e acessórios. Meu primeiro acessório foi um frequencímetro básico, que uso até hoje. Ele mostra apenas os batimentos cardíacos, tem cronômetro e relógio.
Agora quero melhorar meu desempenho nas corridas de 5km. Na minha última prova, fiz em 31minutos e 50 segundos. Quero chegar nos 30 minutos. Então preciso fazer alguns treinos intervalados. Como meu frequencímetro não faz esses cálculos, lá fui eu procurar. Achei o seguinte que vou seguir:
O índice é obtido subtraindo a sua idade de 220 e, depois, calculando as porcentagens do total. Por exemplo, se você tem 42 anos: 220 - 42 = 178. Caso as porcentagens pedidas sejam exatamente estas (65% e 85%), o resultado será: 178 x 65% = 116 batidas por minuto e 178 x 85% = 152 batidas por minuto. Esses são o número mínimo e máximo de batimentos cardíacos por minuto que você deve manter, ou seja, as zonas-alvo do seu treinamento.
Meus exemplos:
ML (Muito leve) = 107 FC até 116

LE (Leve)= 116 FC até 134

MO (Moderado) = 134 FC até 152

FO (Forte) = 152 até 170 FC


terça-feira, 7 de julho de 2015

Kms em prova: 85,3

Desde o dia 19 de outubro de 2015, quando fiz a minha estreia em corridas de rua, percorri 85,3 kms em 15 provas. O que significa isso? Significa que viciei. Criei um vício bom, daqueles hábitos que realmente mudam a nossa vida.


Minha gatinha morreu na sexta-feira da semana passada, depois de 14 anos de muito amor. O único momento que não lembrei da dor foi durante as horas em que estive dedicada à prova no domingo. Para dizer que não lembrei dela, no último quilômetro me veio a lembrança dos olhos azuis dela. Mas a lembrança não estava cercada de dor da perda. E sim de amor e saudades.


A corrida faz isso.


É engraçado como ficamos chatos para o mundo. Mas a adrenalina e a endorfina viciam tanto que a gente quer sentir esse prazer o tempo todo. Ontem foi dia de descanso porque corri no domingo, mas ainda assim quis ir na academia: 8km de trote e elíptico, mais exercício de fortalecimento das pernas. Voltei para a casa equilibrada e tranquila. Vou fazer de tudo para que eu não abandone esse hábito.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Circuito das Estações - Etapa Inverno

Esse domingo foi um dos mais frios do ano em São Paulo. Ainda assim, minhas amigas e eu não nos deixamos derrubar e fomos fazer a nossa prova Circuito das Estações - Etapa Inverno, colocando mais 5k na nossa conta. Quando acordei às 5 da matina, o termômetro marcava 10 graus. Na rua, vimos outro termômetro marcando 11 graus. Mas a sensação térmica era muito menor devido ao vento. A parte boa é que - mesmo chovendo o sábado todo - o domingo acordou úmido mas sem garoa.


Superação
A maior superação do nosso grupo foi da minha amiga e incentivadora Edilene. Ela foi para Jacareí (onde também mora) para diversos compromissos no sábado. Pegou um ônibus a noite, chegou em São Paulo quase 10h00 da noite. Acordou às 5h00 no domingo, fomos de metrô até o Pacaembu, corremos nossos 5k, voltamos de metrô para casa. Ela tomou um banho e rumou novamente para Jacareí de ônibus para outra série de eventos e compromissos com a família.
É ou não é uma vitoriosa?
Isso sem falar que teve um problema de coluna e essa foi a primeira prova depois de ter sido liberada. Essa é a minha amiga!!! Ela é culpada por eu ter me viciado nessa vida. E quando penso em desistir lembro da sua garra. Vamos que vamos!


Unidas pela corrida
Nesse domingo estávamos em 4 mulheres: Edilene, Lilian, Fernanda e eu. Cada uma correndo e competindo consigo mesma. Nosso foco: mais saúde, mais disposição e, se possível, baixar o tempo. Mas o principal é podermos ter um tempo só para nós. Filhos, maridos, carreiras, contas, problemas, família... tudo fica guardado na gaveta por umas duas a três horinhas enquanto estamos fazendo nossas selfies, correndo, fazendo mais fotos, conversando, comemorando... Enfim, é isso que nos faz felizes.


Minha percepção
Essa foi minha terceira corrida no Circuito das Estações. Nas três achei a prova muito cheia, só perdendo para a Night Run. Isso dificulta a nossa vida se o objetivo for diminuir o tempo. Nessa em especial, havia muitos novatos: o que é bom porque mostra o Paulistano mais preocupado com a saúde. Me pareceu que a maioria era convidado de Patrocinadores, caminhando com crianças e animais, com a mochila da prova nas costas.


A parte chata é que eles não seguem regras básicas da corrida. Andam em formação lateral, conversam e param para tirar fotos o tempo todo. A gente vem correndo, concentrado e quando percebe existe um muro na sua frente. Aí é preciso dar aquela estancada e começar tudo de novo. Acho que os organizadores, deveriam fazer um pelotão especial para eles. Seria mais seguro e animado para todos. No pelotão branco entram os iniciantes, os "turistas" e todos os outros. Ou ainda criar uma provinha para caminhada. Fica a dica.


Eu sou do pelotão verde: um antes do branco. Isso significaria que minha largada seria mais na frente e os novatos não me atrapalhariam. Isso funciona em algumas provas como na Delta, nas 10 Milhas. Mas na Circuito das Estações não funcionou ontem e nas duas anteriores.


Existe muito a discussão sobre os pipocas (eu sou uma delas). Mas no geral nós somos educados, já que não existe pipoca que de fato não esteja interessado em correr. Nós corremos pela direita, levamos nossa hidratação e somos solícitos. Não vi até hoje problemas sérios com os pipocas.


Meu tempo
Até outubro de 2015 tenho dois objetivos: 5k em 30 minutos e fazer uma prova oficial de 10k com tempo inferior a 1h15. Comecei em outubro de 2014 com 5k, em 38minutos, com pace de 7:36. Meu tempo ontem foi 31:50. Com pace médio de 6:22. Acho esse percurso meio chatinho. Os últimos 2k são na Pacaembu que é uma subida leve mas constante. Isso faz meu tempo ficar pior, sem falar dos muros de principiantes no início da prova que dificultaram ganhar velocidade. Considerando tudo isso, estou feliz com o meu resultado.


Fiquei preocupada apenas com uma coisa: no 4o. quilômetro, olhei para a lateral e quando voltei meu foco para frente, meus olhos escureceram. Olhei pro relógio e meu BPM tinha caído para 130. Normalmente corro entre 150 e 165 batimentos por minuto. Diminui o passo, controlei a respiração e a ansiedade. Tomei meu Carbu (carboidrato em gel) e tomei água. Logo o desconforto passou mas hoje estou sentindo que a labirintite está querendo invadir meu corpo. Aff... Não vou deixar. Dormi a tarde toda ontem para amenizar o meu cansaço e também a minha tristeza pela morte da Phoebe.


O bom é que na quarta-feira volto a fazer exames de controle, entre eles o cardíaco. Vamos ver se foi só um susto súbito ou se tem mais alguma coisa por aí.

domingo, 21 de junho de 2015

EuAtleta - Meus primeiros 10k

Corri hoje na Etapa São Paulo da EuAtleta. Como não tinha me inscrito, resolvi fazer o percurso de 10k sem compromisso. Minha ideia era correr e caminhar com o objetivo de finalizar a prova sem desgaste. Abaixo minhas impressões.


O dia acordou bem frio (12 graus no momento que sai de casa) e demorou bastante para clarear. Chegamos no Parque Ibirapuera às 6h30 e fomos caminhando até a Assembléia Legislativa onde seria a largada. Tudo muito organizado e diversos patrocinadores, inclusive a Três Corações servido café quentinho. Mas como boas e educadas pipocas que somos não aproveitamos a estrutura.


Achei que havia poucos inscritos, o que torna a corrida mais confortável. Mas a largada como sempre foi bem animada e sempre me arrepia. E o percurso - para mim - é o melhor. Amo o Parque Ibirapuera e sempre que olho o lago me dá calafrios e é como seu eu chegasse no nirvana. Inclusive nesse momento, essa visão foi um consolo, já que era no 2o. KM.


Minha mente sempre briga comigo até o km 3. É super engraçado. A ponto de eu tentar me convencer a parar ou a não encarar o percurso mais longo. Minha mente fica listando o cansaço das pernas, a falta de ar, a dor de cabeça, o batimento cardíaco acelerado etc. Mas o meu consciente é mais forte e com a ajuda da visão do Parque Ibirapuera fui em frente.


Sofri ainda até ultrapassar os 5 primeiros quilômetros, depois disso meu corpo entrou no "modo alpha" e passei a curtir a corrida. Tanto é que meu batimento baixou num ritmo confortável e não subiu mais. Mesmo quando estava na subida e uma senhora caiu ao meu lado.


Conclusão: terminei a corrida em 1h06. Muito melhor do que 1h30 que achei que chegaria. Minha chegada foi tranquila. Encontrei minha amiga Cláudia e consegui conversar com ela com muita tranquilidade. Prova de que não me matei. Com certeza, estou pronta para outros desafios.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

De volta a rotina

Preparada para um dia de trabalho
Shake no EVS
Aos poucos a vida vai voltando ao normal. Muito trabalho, muitas reuniões, muita pressão. A diferença em relação a fevereiro de 2014 é que o exercício e o shake da Herbalife já fazem parte da rotina e me fazem falta quando não aparecem no dia-a-dia.

Na terça-feira, depois de um dia puxado, cheguei em casa sem a menor disposição para exercício ou dieta alimentar restritiva. Mandei ver num prato de arroz, feijão e tirinhas de carne. Nem a famosa salada teve vez no meu prato. Depois de dar uma atenção para a família e de um bom banho, fui p
ara a cama para acordar só na quarta-feira.

Em compensação acordei na quarta super bem disposta e com vontade de tomar shake e fazer exercícios. A noite caprichei e mandei ver em 3 km de corrida, 5 km de elíptico e musculação para a parte superior. Como ainda tinha energia acumulada fiz 250 abdominais. Huhuhuhu. Aí sim.

Hoje tomei meu shake e a noite vou me esforçar para fazer exercícios de fortalecimentos das pernas, afinal domingo tem desafios. Corrida de 5k no Anhangabau.
Vamo que vamo que 2015 é meu!!!!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Empenho

Bora fazer mais duas corridas antes do Natal?

Decidi fazer a próxima de pipoca (sem pagar a inscrição). Vou participar da 3a. Corrida de Natal da Corpore que acontece no Parque do Ibirapuera, no dia 14 de dezembro, às 7h30. A largada será perto da Assembléia Legislativa. Só de ter o Parque Ibirapuera por perto já me deu vontade de participar. Essa está no site da Corpore (ver links abaixo).

Vou encarar Corrida de Natal como um treino para a última provinha: Circuito das Estações - Verão 2014 (inscrições na Ativo - também coloquei o link), que acontece no dia 21 de dezembro, no Pacaembú.
Para essa sim estou inscrita e vamos em um grupo só de mulheres.  Tenho certeza que vai ser muito bom e divertido. Gostaria muito de fazer os 5k em 30 minutos, vamos ver se dá.

Para isso preciso focar e treinar. Ontem não me exercitei porque fiquei configurando meu novo brinquedinho: um celular. Mas hoje vou para a esteira. Ao invés de KMs hoje vou fazer um pouco de velocidade.

Links para as corridas:

3a. Corrida de Natal:
 http://www.corpore.org.br/cws_exibeconteudogeral_5407.asp

Circuito das Estações 2014:
  https://circuitodasestacoes.ativo.com/sao-paulo/sp-verao/

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Desejos, objetivos e metas

Durante todo o ano passado tive um grande desejo: voltar a ter o corpo que tinha antes da minha primeira gravidez. É claro que esse desejo é muito difícil de acontecer. Então ia deixando a vida me levar e não tomava nenhuma atitude. As mães sabem: depois de ter os filhos, nosso corpo muda. Ganhamos mais barriga, mais quadril e - depois dos 40 anos então - vem a flacidez.

Em janeiro desse ano quando voltei das férias e a balança já passava dos 73 quilos, resolvi de fato mudar o meu simples desejo por um objetivo claro: chegar aos 65 quilos até o final do ano.

Transformar desejo em objetivo
A partir daí comecei a me exercitar e a melhorar a minha alimentação. A minha meta seria eliminar 1 quilo por mês e no mês seguinte fazer a manutenção do quilo perdido. Sabia que com isso, não correria o risco de voltar a engordar. Baixei alguns apps no celular para acompanhaer meu peso e registrar minhas medidas, substitui o almoço por shake, mantive meu cereal e frutas pela manhã e à noite passei a comer primeiro um prato cheio de salada de folhas com tomate e queiro, para só depois comer uma colher do que tiver de comida para as crianças. Vejam que não eliminei nada da minha dieta. Até a pizza com cerveja da sexta-feira e o churrasco do domingo foram mantidos.

Peso registrado 04/12
Depois de correr 6k
O incrível é que em setembro já tinha alcançado os 65 quilos e pude rever o meu objetivo: 63 quilos até 24 de dezembro. Por que 24? Para poder comer e beber sem culpa nas festas de Natal. Surpreendente, não? Hoje ao me pesar, a balança registrou 63,80 quilos. Então já estou quase lá.

Qual o segredo? Fácil falar em determinação, depois que a gente já conseguiu o que se queria, mas não existe outra palavra. Ou melhor, tem sim: foco. Tenho certeza que não teria conseguido isso se não tivesse foco. Mas esse é um assunto para outro post.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Uma caminhada em família

Turma animada para a CityWalking SP
Ontem rolou a CityWalking em São Paulo. A caminhada no Jockey Club é divertida, mas não tem o alto astral da corrida do McDonalds. A inscrição é bem baratinha: R$ 20,00 mas não tem chip (até porque é só caminhada). Fui de Pipoca (não paguei a inscrição), porque as inscrições acabaram muito rápido. O trajeto aconteceu dentro do próprio Jockey e uma parte na Lineo de Paula Machado. No total foram 4,5K.

Como estava de pipoca, aproveitei para levar a família. Meu objetivo era principalmente avaliar se posso levar o Matheus comigo em algumas corridas. Ele só tem 9 anos, mas como é bem ativo, imagino que logo poderá ser meu companheiro nas corridas mais curtas.

Impressões da família
Eu e o Daniel
Já chegando, meu marido ficou muito bravo com o estacionamento (ou a falta dele). O local é muito ruim de transporte público então com a família ficou mais confortável ir de carro. Como acontece em todas as corridas, os flanelinhas tomam conta da rua e depois que recebem o dinheiro somem! Lá os flanelinhas estavam cobrando "barato" entre R$ 20 e R$ 50,00 para estacionar em frente às lojas (com risco de ter o carro guinchado) ou na rua. Então decidimos caminhar mais e paramos do outro lado da Cidade Jardim em uma rua tranquila, sem saída, mas em local permitido. E o melhor: não pagamos nada.
Eu e o Matheus

No geral, meus filhos gostaram de estar com os pais e também com amigos e o primo. Mas não gostaram muito de caminhar tanto (risosos). Aguentaram bem e só começaram a reclamar quando já tínhamos percorrido 3,5k. O engraçado é que eles caminham muito mais que isso, quando vamos nos Parques Ibirapuera ou Villa Lobos. Como desconfiava, não era fácil comprar algo para comer. Então levei barrinhas e eles dividiram com os amigos o que foi legal. Acho que meus filhos se divertem mais quando tem bike, bola ou outro atrativo. Snif... Snif...

Eu e a minha irmã

Acharam legal ver o Jockey por dentro. E vibraram ao ver alguns cavalos que estavam sendo tratados. Também curtiram ver alguns cachorros que participaram da caminhada com seus donos.  Ficamos tristes ao ver a degradação das instalações do Jockey. Mais um patrimônio da cidade que não é cuidado da forma como deveria.

Após a corrida, fomos levar os meninos aos banheiros químicos. Havia em quantidade suficiente, mas estavam bem sujos. Até mais sujos do que em outras corridas mais disputadas. E então fomos embora sem ver a premiação. Vi que tinham várias estações para os inscritos, mas como pipoca não dá para aproveitar.

E então fomos para uma padaria para o tão esperado café da manhã de paulistano com direito a café expresso e pão na chapa (misto quente e coxinha  também para as crianças).

Rotina de treino e disposição:
Chegamos em casa por volta das 10h30 e fui fazer compras. O Angelo saiu para fazer a sua tradicional pedalada de domingo. Depois almoçamos em família, mas o domingo ainda estava pela metade. Como me senti ainda com energia, sai para fazer uma corridinha no final da tarde. Voltei ainda com pique e aproveitei para caprichar no abdominal. Nosso domingo ainda não tinha acabado. As crianças ainda queriam uma partida de jogo Perfil 2. Jogamos e demos muitas risadas.

Conclusão: mesmo acordando às 6 da matina num domingo, caminhando 4k, fazendo compra, fazendo almoço (o maridão lavou a louça), correndo 5k e fazendo 200 abs, ainda tive disposição para jogar com meus filhos. Esse é o maior benefício do exercício físico.

Tudo bem que todos fomos dormir às 21h00!!!! Mas acordamos nessa segunda muito mais felizes.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Athenas - 18 de maio

Em maio, farei a série Delta - Etapa Portugal. Mas agora também tem a Athenas... Aiaiaiaia. Dá vontatde de fazer todas
 
 


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