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sábado, 14 de janeiro de 2017

Minha primeira São Silvestre

Eu saindo de casa
Eu, a Andréa, a Edilene e a Lilian no Metrô
O ano de 2016 foi um ano difícil do seu começo ao fim. Ano de grandes lutas, de muita dedicação e esforço, mas de muitas entregas também. Fiz a minha primeira Meia Maratona, só por isso já será um ano marcante. Mas também foi o primeiro ano em que Daniel não teve uma única infecção urinária. Aí então, acaba sendo um ano que será lembrado como fantástico. Mas para encerrar esse ano de tantas lutas em grande estilo, resolvi participar da minha primeira São Silvestre. Sim... participar da famosa e mais tradicional corrida de rua de São Paulo. 15 quilômetros no verão brasileiro, com um trajeto cheio de subidas e descidas!!!

Decisão de Participar
A decisão aconteceu ainda no primeiro semestre, quando as inscrições foram abertas. Sem feriado de Ano Novo (a passagem se deu na madrugada de sábado para domingo) e como trabalharia todos os dias antes da semana entre o Natal e a Passagem de Ano, achei que não seria judiar tanto da família. Afinal se tivéssemos um feriado prolongado, eu precisaria forçar todo mundo a não viajar para que eu pudesse fazer a corrida.
Meu número
A participação de mais duas amigas minhas: a Edilene e a Lilian também me ajudou a não desistir. No final ainda tivemos a companhia da Andréa, que se juntou a nós de última hora.
Antes da inscrição conversei com muitos amigos que já tinham feito. Todos, TODOS me falaram que essa não seria uma corrida para correr ou buscar tempo. E sim uma prova divertida, dura e muito, muito desafiadora. Me alertaram que seria mal organizada, que haveria tumulto desde a retirada do kit até a largada. E que os pontos de hidratação seriam insuficientes. Com tudo isso, fui super bem preparada para sofrer, mesmo pagando R$ 170 pela inscrição.
No final, acho que foi importante ter sido tão alertada porque acabei me poupando de alguns estresses. Por exemplo: fui buscar o Kit no segundo dia de distribuição e na parte da tarde (tradicionalmente o dia mais vazio) e deu certo. Deixei o carro no estacionamento, porque os flanelinhas cobram super caro para cuidar do carro perto do Ginásio do Ibirapuera (paguei R$ 10,00, enquanto na rua estava sendo cobrado R$ 30).
No dia da corrida, fui de metrô e cheguei uns 40 minutos antes da largada. Também fui preparada para largar bem depois da multidão. A largada aconteceu às 9h00 (sim, e no alto verão de S.P) e passamos no pórtico às 9h20. Também levei dinheiro trocado e comprei duas vezes água no percurso. Isso atrapalhou meu tempo, mas garantiu que eu chegasse inteira.

Emoção

Outra coisa que me alertaram corretamente foi sobre a emoção que eu sentiria. Sei lá se é 
por causa da época do ano, em que já estamos exaustos. Se é porque sabemos que colocaremos o nosso corpo em uma situação extrema (o calor estava desesperador: acima dos 31 graus na largada). Se é porque faremos uma corrida que desde pequenos acompanhamos na TV. Se é porque passaremos por ruas tão tradicionais da cidade amada. Ou simplesmente porque estamos sentindo a energia de mais de 50 mil pessoas (sendo que 33 mil estavam inscritos, mas havia muita pipoca).
Só sei que quando fomos para a concentração, antes da largada, não parava de arrepiar. E quando passei pelo pórtico chorei... chorei mesmo.
E as emoções não pararam por aí. Logo no primeiro quilômetro, quando passamos no túnel para acessar a Dr. Arnaldo, já foi demais. Esse túnel é vazado e as pessoas ficavam lá em cima gritando e incentivando. E os atletas cantando, gritando e acenando. Um show.
A descida da Pacaembu foi FODA. Não existe outra palavra para definir. Super íngreme e não tinha como largar o corpo porque a avenida estava tão cheia que se eu soltasse era capaz de derrubar alguém. Outra coisa que mexeu comigo foi poder passar no meio de mendigos, usuários de crack, moradores de rua e dos cortiços sem medo. Eles compartilharam a alegria com a gente, incentivaram e até ofereceram bebida!
Outros incentivadores foram os garis. Mexiam com os fantasiados, ofereciam palavras de sustentação e brincavam o tempo todo.
E por falar em fantasiados... Oh Meu Deus! Que vida difícil a deles. Com aquele calor que chegou a 39 graus, muitos correndo de Pirata do Caribe, de Mário Bros, de Chaves, de Chiquita, de Gandhi, de Jesus, de Mortícia, de Malévola, de Dálmatas... Que fantasias pesadas e quentes... Mas não vi ninguém desistindo e nem tirando a roupa. Até mesmo o casal que correu grudados com um TNT amarelo, como se fossem irmãos gêmeos.

Temida Brigadeiro
Todos corredores da São Silvestre temem a subida da Brigadeiro Luiz Antônio. Eu? Eu não via a hora de chegar. Já tinha definido que não correria essa subida. Já sabia que eu iria me poupar. E a avenida marca os últimos 2km da corrida. Quando entrei na avenida, estava super feliz. Até porque trabalhei lá e passar por aquelas ruas me trouxe lembranças felizes de um tempo que eu morro de saudade. Além disso, na Brigadeiro é possível ver um monte de gente já com as medalhas. Pessoas que já terminaram e que voltaram para incentivar os retardatários. Muitos até oferecem cerveja gelada, dá para acreditar?

Voltei a correr quando consegui ver a Avenida Paulista. Queria terminar a corrida... correndo, claro. E aí desmoronei em chorar. Um choro maravilhoso de missão cumprida. De tarefa concluída e de superação. Pegar a medalha foi só a coroação da minha vitória. A Lilian e a Edilene foram mandando mensagens pelo whats e a gente foi curtindo a alegria da outra. Muito bom poder sentir e compartilhar a nossa alegria.
Decepção
A única decepção foi a reação do meu marido. Eu queria muito que ele e meus filhos compartilhassem esse momento comigo. Então montamos um esquema para que os maridos e os filhos fossem para a Paulista esperar nossa chegada. O Angelo foi tão de má vontade que acabou estragando tudo. Tínhamos uma mesa reservada para um chopinho depois da corrida na prainha. Mas ele não quis ir até lá porque a Paulista estava lotada. (Ah! Aqui fica uma dica: andar pela Alameda Santos que é uma paralela da Paulista).
No final, acabou fazendo com que todas as 4 famílias voltassem de metrô para comer alguma coisa no meu bairro. Depois de correr 15k, num sol do Saara, minhas amigas e eu não pudemos relaxar e tomar um chopp gelado. Foi de irritar.
Sabe aquela coisa da expectativa e da realidade, que as pessoas postam fotos no Facebook? Na minha mente, eu esperava que minha família fosse estar feliz, me esperando para me abraçar, alegre pela minha conquista. A realidade foi um marido bufando, bravo e maltratando a todos. Isso acabou com até com a minha noite do Ano Novo. E para falar a verdade, estou até agora (14 dias após o ocorrido) ainda bem magoada com essa realidade.
Mas vai lá! Mais um aprendizado. Não posso misturar a corrida com a minha família. Eles não conseguem compartilhar dessa alegria, fazer o que.

 
 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Fases da Vida




Quando corro, passo por um processo parecido com o que acontece na meditação. Nos primeiros quilômetros, os pensamentos estão confusos, o corpo reclamando e a mente gritando para parar imediatamente e fazer algo mais intelectualmente aceitável. São quase 4 quilômetros de briga.

Descrevendo esse processo:
1o. k - aquecendo o corpo e provando que aquelas dorzinhas são passageiras;
2o. k - domando a respiração que ainda está irregular;
3o. k - domando os pensamentos que estão confusos e a mente gritando que preferiria estar numa biblioteca ou museu;
4o. k - domando os batimentos cardíacos que aceleram muito na subida e baixam muito no terreno plano.

Após esse período, começo a dominar a mim mesma e então o prazer começa. Por isso, tenho buscado corridas mais longas. Elas são muito mais prazerosas. Pensa comigo: se eu corro 5k, passei praticamente 90% do meu tempo no sofrimento. Se são 10k, fico mais com mais de 50% na curtição e assim vai. Então... bora correr a Meia Maratona, entendeu?

Nesses momentos de meditação resolvo mil problemas do trabalho: tomo resoluções coerentes, reconheço erros que cometi, percebo onde estão os problemas e como resolvê-los. Isso acontece basicamente quando corro após o trabalho. No final de semana, que já estou mais desconectada do trabalho, filosofo... e muito.

40 anos: a década da infelicidade
Ontem pensei bastante em um texto que li sobre a idade da infelicidade. Segundo esse estudo publicado pela ONS, na sociedade moderna o pico de tristeza acontece entre os 40 e os 59 anos. Nessa fase, existem pressões muito significativas como:

- no trabalho precisamos fazer entregas com mais acertos devido a experiência e ao mesmo tempo mostrar que temos a mesma energia dos profissionais mais mais jovens;
- em casa precisamos cuidar dos filhos e tomar decisões que serão extremamente relevantes para o futuro da prole;
- na vida conjugal precisamos dar conta da parte sexual com afinco para não abrir brechas para concorrentes ao mesmo tempo que precisamos dar atenção a parte prática e rotineira da relação;
- na saúde começam a aparecer os primeiros sinais claros da velhice;
- na vida doméstica, é preciso assumir de fato o controle das atividades do dia-a-dia.


Fiquei com essas informações chacoalhando no meu cérebro enquanto corria, já que estou com 43 anos. Fiz uma conexão com a conhecida  Idade da Loba - que começa aos 40 anos - e pensei nos meus amigos e, principalmente, nas minhas amigas.


Realmente existem muitos casos de Depressão e Síndrome do Pânico que começam por volta dos 40 anos. Também encontrei vários casos de separações, suicídios reais ou simbólicos em conhecidos que estavam entre 40 e 59 anos. É como se nos déssemos conta de que vivemos 50% dos nossos anos de vida e que agora precisamos aproveitar a outra metade.

Quando 50% já foi feito
A partir desse ponto passei a fazer uma contrapartida com a corrida. Não me considero infeliz e também não reconheço em mim traços de Depressão. Mas confesso, na beira dos 40 anos tive vontade de jogar tudo para o alto e mudar minha vida 100%. Não encontrava prazer no casamento, nos filhos, na minha casa e tampouco no trabalho.


Mas quase 2 anos após essa fase meio cinza voltei a me apaixonar. Engraçado que uma coisa passou a puxar a outra. No trabalho eu não via muitas possibilidades de mudança. Apesar de adorar as minhas atividades, eu não via muito movimento, muita inovação. Mas como acreditava muito na empresa, resolvi fazer minhas atividades com afinco e não dar muito espaço para decepções, mesmo considerando que eu merecia mais reconhecimento por tudo aquilo que eu estava entregando.

No meu casamento, as coisas ESTAVAM. Isso mesmo... estavam... O amor estava, a relação sexual estava, as conversas estavam. Estavam do jeito que deveriam estar... traduzindo ESTAVAM MORNAS.

Com os meus filhos, a vida também tinha deixado de ser caótica. Eles já não eram bebês, já tinham independência e já me davam parte do tempo livre que eu queria muito.


Com a ajuda da minha irmã e da amiga Edilene resolvi correr. E a partir desse desafio, as coisas começaram a mudar. Em primeiro lugar, mudei meu corpo, eliminando 12k, muitas celulites e roupas de número 44. Só aí, minha auto-estima já melhorou em muito. Para o casamento, procurei ajuda na Doutrina Espírita - que mesmo sempre seguindo - estava meio distante. Para os filhos, a mudança de escola e de rotinas. Eles ficavam no integral e reclamavam muito da comida, da rotina, das professoras etc. Agora cada um estuda num período e ficam em casa o restante do tempo.


Mesmo não tendo o poder de sozinha alterar o rumo da empresa, as coisas começaram a mudar. E todo o meu esforço para me manter ativa e entregando valeu a pena. Tenho sido reconhecida e recebendo muitos desafios que me fortalecem a cada dia.


A Prova dos 40
Minha conclusão dessa filosofia de corrida, é que realmente nos 40 anos precisamos fazer uma reavaliação da nossa trajetória. Se não fizermos isso ativamente, a vida exigirá essa parada. E se não estivermos preparados, poderemos ter Depressão ou cometer suicídios, simbólicos ou real.


É preciso buscar ajuda nessa fase. Resolver tantas coisas sozinha não dá muito certo. Nosso cérebro costuma seguir a mesma maneira que aprendemos para resolver nossos dilemas. E a forma como aprendemos até completar 40 anos pode não servir mais. Com ajuda profissional, vamos enxergando com mais clareza isso. No meu caso, tive o apoio de uma Coaching - que apesar de focar no trabalho - me ajudou muito a visualizar padrões que sigo e que já não me servem mais.


Também vi alternativas na Doutrina Espírita que apresenta uma visão de que tudo tem um porquê e - além disso - temos o nosso livre-arbítrio para mudarmos o que nos incomoda. No entanto, o plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Isso significa que jogar um casamento feliz fora, pode ser um suicídio simbólico e a colheita será feita... cedo ou tarde.

Percebi então que os suicídios simbólicos também são terríveis. Podemos suicidar os nossos verdadeiros sonhos, podemos suicidar as nossas verdadeiras crenças e valores. E depois que cometemos o suicídio não dá para voltar atrás.



E para dar continuidade às mudanças nos 40 anos, a partir desse momento vou reformar a minha casa. Odeio esse tipo de tarefa, mas é preciso. Meus filhos estão grandes, começando uma nova fase e a casa não pode ser mais para bebês. Não posso viver mais no improviso. Agora a casa precisa me servir e não eu a ela. Sei que será uma fase terrível já que o Angelo e eu não concordamos com nada, mas será de um enorme aprendizado.




Um bom tema para um próximo bate-papo.



sábado, 31 de janeiro de 2015

Foto do antes

Essa é a minha foto do antes. De janeiro de 2015. A foto do depois dirá se cumpri cada etapa da minha meta: 60 quilos correndo 5k sem sofrer.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Resoluções de ano novo

Não curto tomar decisões no primeiro dia do ano. Essas acabam não sendo duradouras. Acho que tem muita energia no ar exigindo coisas que não são viáveis.

Minhas metas e objetivos são traçados durante todo o mês de janeiro e fechadas até 17 de fevereiro. Quando inicia realmente um novo ciclo para mim já que é meu aniversário.

Mas 2015 já promete mais corridas, menos peso corporal e principalmente mais calma.... Quem sabe um meta de meditação?????

Preciso me conhecer melhor e lidar com sentimentos que sempre neguei como ciumes e inveja. Feio, né? Mas eles existem e precisam ser trabalhados. 😈😈😈😈 ninguém é santo e reconhecer que temos inveja - mesmo a inveja branca - é importante.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Ano Novo de 13 -> 14

A foto a direita foi foi tirada no dia 31 de dezembro de 2013. Depois disso, ainda consegui engordar mais 2 quilos nas férias de janeiro, totalizando 73,8 quilos. Na foto à esquerda, estou com 65 quilos e foi tirada no dia 28 de dezembro de 2014. Uma diferença e tanta. O melhor que não só na balança, mas nas roupas também. Passei do número 44 apertado para o 40 largo!!! Estou feliz.
 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Desejos, objetivos e metas

Durante todo o ano passado tive um grande desejo: voltar a ter o corpo que tinha antes da minha primeira gravidez. É claro que esse desejo é muito difícil de acontecer. Então ia deixando a vida me levar e não tomava nenhuma atitude. As mães sabem: depois de ter os filhos, nosso corpo muda. Ganhamos mais barriga, mais quadril e - depois dos 40 anos então - vem a flacidez.

Em janeiro desse ano quando voltei das férias e a balança já passava dos 73 quilos, resolvi de fato mudar o meu simples desejo por um objetivo claro: chegar aos 65 quilos até o final do ano.

Transformar desejo em objetivo
A partir daí comecei a me exercitar e a melhorar a minha alimentação. A minha meta seria eliminar 1 quilo por mês e no mês seguinte fazer a manutenção do quilo perdido. Sabia que com isso, não correria o risco de voltar a engordar. Baixei alguns apps no celular para acompanhaer meu peso e registrar minhas medidas, substitui o almoço por shake, mantive meu cereal e frutas pela manhã e à noite passei a comer primeiro um prato cheio de salada de folhas com tomate e queiro, para só depois comer uma colher do que tiver de comida para as crianças. Vejam que não eliminei nada da minha dieta. Até a pizza com cerveja da sexta-feira e o churrasco do domingo foram mantidos.

Peso registrado 04/12
Depois de correr 6k
O incrível é que em setembro já tinha alcançado os 65 quilos e pude rever o meu objetivo: 63 quilos até 24 de dezembro. Por que 24? Para poder comer e beber sem culpa nas festas de Natal. Surpreendente, não? Hoje ao me pesar, a balança registrou 63,80 quilos. Então já estou quase lá.

Qual o segredo? Fácil falar em determinação, depois que a gente já conseguiu o que se queria, mas não existe outra palavra. Ou melhor, tem sim: foco. Tenho certeza que não teria conseguido isso se não tivesse foco. Mas esse é um assunto para outro post.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Menina má

Aiiiii... acabei de ver que preciso entregar o início do meu Projeto Final do MBA e nem havia aberto o arquivo... Lá se vai o meu primeiro dia de estudo de inglês... Me odilho.
A foto das amigas é só para deixar o post mais leve

domingo, 7 de outubro de 2012

Planos em outubro????

Essa semana recebi a confirmação de que em janeiro irei para um treinamento, de alta exigência e em inglês, perto da matriz da empresa em que trabalho. Isso me exigiu mais uma vez traçar um planejamento para os próximos meses. Além disso, na semana em que eu voltar desse treinamento, estarei de férias com direito a biquini etc. Então.. não dá mais para enrolar. Meta 1: chegar aos 65 quilos no dia 10 de janeiro (isso inclui as festas de final de ano). Meta 2: falar inglês com muito mais desenvoltura. Portanto, agora é preciso planejar. Posso dizer que não dá para fugir das regras gerais. Plano para meta 1: comer de três em três horas, substituir guloseimas por frutas e verduras etc. Plano para a meta2: praticar inglês 2 horas todos os dias, incluindo os finais de semana. Então está dada a largada.................