segunda-feira, 13 de julho de 2015

Athenas - próximo desafio

Domingo tem mais um desafio: Athenas. Vou correr SÓ 8k.... Já tô achando pouco. Kkkk
Mas é um percurso novo. Então nessa etapa vamos de 8 e na próxima de 10k. Animada.


Minha meta é cumprir o percurso em 51 minutos e 40 segundos. Reduzir em 1 min. a minha última marca.

http://www.circuitoathenas.com.br/2015/sp-16k/kits

Como calcular a Frequência Cardíaca Média


É engraçado como vamos evoluindo e querendo mais informações a medida que nos dedicamos a uma atividade. Quando comecei a correr no ano passado, fui atrás do básico: um bom par de tênis. Corri com legging que eu já tinha e meias básicas.
Depois da primeira corrida, fui buscando informações e acessórios. Meu primeiro acessório foi um frequencímetro básico, que uso até hoje. Ele mostra apenas os batimentos cardíacos, tem cronômetro e relógio.
Agora quero melhorar meu desempenho nas corridas de 5km. Na minha última prova, fiz em 31minutos e 50 segundos. Quero chegar nos 30 minutos. Então preciso fazer alguns treinos intervalados. Como meu frequencímetro não faz esses cálculos, lá fui eu procurar. Achei o seguinte que vou seguir:
O índice é obtido subtraindo a sua idade de 220 e, depois, calculando as porcentagens do total. Por exemplo, se você tem 42 anos: 220 - 42 = 178. Caso as porcentagens pedidas sejam exatamente estas (65% e 85%), o resultado será: 178 x 65% = 116 batidas por minuto e 178 x 85% = 152 batidas por minuto. Esses são o número mínimo e máximo de batimentos cardíacos por minuto que você deve manter, ou seja, as zonas-alvo do seu treinamento.
Meus exemplos:
ML (Muito leve) = 107 FC até 116

LE (Leve)= 116 FC até 134

MO (Moderado) = 134 FC até 152

FO (Forte) = 152 até 170 FC


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Tem jeito

Hoje comi dois pães! Um integral e outro multigrão. Consciência pesada? De jeito nenhum.
Tomei meu shake Herbalife na hora do almoço. Corri 8k, fiz 40 minutos de musculação e então me larguei no pão.
Essa é a parte que eu amo na corrida. Correr para comer e olha a diferença!

terça-feira, 7 de julho de 2015

Kms em prova: 85,3

Desde o dia 19 de outubro de 2015, quando fiz a minha estreia em corridas de rua, percorri 85,3 kms em 15 provas. O que significa isso? Significa que viciei. Criei um vício bom, daqueles hábitos que realmente mudam a nossa vida.


Minha gatinha morreu na sexta-feira da semana passada, depois de 14 anos de muito amor. O único momento que não lembrei da dor foi durante as horas em que estive dedicada à prova no domingo. Para dizer que não lembrei dela, no último quilômetro me veio a lembrança dos olhos azuis dela. Mas a lembrança não estava cercada de dor da perda. E sim de amor e saudades.


A corrida faz isso.


É engraçado como ficamos chatos para o mundo. Mas a adrenalina e a endorfina viciam tanto que a gente quer sentir esse prazer o tempo todo. Ontem foi dia de descanso porque corri no domingo, mas ainda assim quis ir na academia: 8km de trote e elíptico, mais exercício de fortalecimento das pernas. Voltei para a casa equilibrada e tranquila. Vou fazer de tudo para que eu não abandone esse hábito.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Circuito das Estações - Etapa Inverno

Esse domingo foi um dos mais frios do ano em São Paulo. Ainda assim, minhas amigas e eu não nos deixamos derrubar e fomos fazer a nossa prova Circuito das Estações - Etapa Inverno, colocando mais 5k na nossa conta. Quando acordei às 5 da matina, o termômetro marcava 10 graus. Na rua, vimos outro termômetro marcando 11 graus. Mas a sensação térmica era muito menor devido ao vento. A parte boa é que - mesmo chovendo o sábado todo - o domingo acordou úmido mas sem garoa.


Superação
A maior superação do nosso grupo foi da minha amiga e incentivadora Edilene. Ela foi para Jacareí (onde também mora) para diversos compromissos no sábado. Pegou um ônibus a noite, chegou em São Paulo quase 10h00 da noite. Acordou às 5h00 no domingo, fomos de metrô até o Pacaembu, corremos nossos 5k, voltamos de metrô para casa. Ela tomou um banho e rumou novamente para Jacareí de ônibus para outra série de eventos e compromissos com a família.
É ou não é uma vitoriosa?
Isso sem falar que teve um problema de coluna e essa foi a primeira prova depois de ter sido liberada. Essa é a minha amiga!!! Ela é culpada por eu ter me viciado nessa vida. E quando penso em desistir lembro da sua garra. Vamos que vamos!


Unidas pela corrida
Nesse domingo estávamos em 4 mulheres: Edilene, Lilian, Fernanda e eu. Cada uma correndo e competindo consigo mesma. Nosso foco: mais saúde, mais disposição e, se possível, baixar o tempo. Mas o principal é podermos ter um tempo só para nós. Filhos, maridos, carreiras, contas, problemas, família... tudo fica guardado na gaveta por umas duas a três horinhas enquanto estamos fazendo nossas selfies, correndo, fazendo mais fotos, conversando, comemorando... Enfim, é isso que nos faz felizes.


Minha percepção
Essa foi minha terceira corrida no Circuito das Estações. Nas três achei a prova muito cheia, só perdendo para a Night Run. Isso dificulta a nossa vida se o objetivo for diminuir o tempo. Nessa em especial, havia muitos novatos: o que é bom porque mostra o Paulistano mais preocupado com a saúde. Me pareceu que a maioria era convidado de Patrocinadores, caminhando com crianças e animais, com a mochila da prova nas costas.


A parte chata é que eles não seguem regras básicas da corrida. Andam em formação lateral, conversam e param para tirar fotos o tempo todo. A gente vem correndo, concentrado e quando percebe existe um muro na sua frente. Aí é preciso dar aquela estancada e começar tudo de novo. Acho que os organizadores, deveriam fazer um pelotão especial para eles. Seria mais seguro e animado para todos. No pelotão branco entram os iniciantes, os "turistas" e todos os outros. Ou ainda criar uma provinha para caminhada. Fica a dica.


Eu sou do pelotão verde: um antes do branco. Isso significaria que minha largada seria mais na frente e os novatos não me atrapalhariam. Isso funciona em algumas provas como na Delta, nas 10 Milhas. Mas na Circuito das Estações não funcionou ontem e nas duas anteriores.


Existe muito a discussão sobre os pipocas (eu sou uma delas). Mas no geral nós somos educados, já que não existe pipoca que de fato não esteja interessado em correr. Nós corremos pela direita, levamos nossa hidratação e somos solícitos. Não vi até hoje problemas sérios com os pipocas.


Meu tempo
Até outubro de 2015 tenho dois objetivos: 5k em 30 minutos e fazer uma prova oficial de 10k com tempo inferior a 1h15. Comecei em outubro de 2014 com 5k, em 38minutos, com pace de 7:36. Meu tempo ontem foi 31:50. Com pace médio de 6:22. Acho esse percurso meio chatinho. Os últimos 2k são na Pacaembu que é uma subida leve mas constante. Isso faz meu tempo ficar pior, sem falar dos muros de principiantes no início da prova que dificultaram ganhar velocidade. Considerando tudo isso, estou feliz com o meu resultado.


Fiquei preocupada apenas com uma coisa: no 4o. quilômetro, olhei para a lateral e quando voltei meu foco para frente, meus olhos escureceram. Olhei pro relógio e meu BPM tinha caído para 130. Normalmente corro entre 150 e 165 batimentos por minuto. Diminui o passo, controlei a respiração e a ansiedade. Tomei meu Carbu (carboidrato em gel) e tomei água. Logo o desconforto passou mas hoje estou sentindo que a labirintite está querendo invadir meu corpo. Aff... Não vou deixar. Dormi a tarde toda ontem para amenizar o meu cansaço e também a minha tristeza pela morte da Phoebe.


O bom é que na quarta-feira volto a fazer exames de controle, entre eles o cardíaco. Vamos ver se foi só um susto súbito ou se tem mais alguma coisa por aí.

sábado, 4 de julho de 2015

3 de julho: dia que a Phoebe nos deixou

Minha menina: depois de 14 anos de muito amor e dedicação à nossa família, vc partiu. Veio para a nossa casa quando eu tinha apenas 6 meses de casada. Aprendeu comigo e eu aprendi com vc. Acompanhou de perto quando virei mãe e por duas vezes me ajudou nas madrugadas quando acordava para amamentar.
Curtiu os filhotes de humanos que vieram depois de vc. E ensinou muito a eles. Como uma boa gata, foi mansa mas não boba. Eles aprenderam a te respeitar.
Vc me deu vários sustos. Fugiu na praia, desceu no elevador sozinha e foi passear na garagem. Mas naquelas vezes o Angelo te resgatou.
Infelizmente dessa vez não pudemos te resgatar. O câncer foi rápido e implacável. Mas até ontem quando te deixei na clínica vc estava ronronando e mostrando toda a sua gratidão. Mas quem tem que agradecer sou eu. Por tudo que me deu!
Vai com Deus. E aceita a ajuda dos nossos irmãos de luz.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Primeiros 11k

Já faz algum tempo que ensaio correr até o Museu do Ipiranga. Nesse final de semana, verifiquei que eram apenas 5k entre a minha casa e o Parque da Independência. Então me propus correr ida e volta. Como também estava acontecendo a tradicional corrida Desafio dos Bombeiros, ganhei mais um incentivo e fui correndo até lá.

Foi uma delícia.
Todo o trajeto foi feito pela Ricardo Jafet que é plano. A temperatura estava amena, até um pouco frio, mas um céu azul lindo e sol de inverno. Curti cada km corrido. Poucos carros na rua e muita gente se exercitando no caminho.
Chegando no Museu estava acontecendo a entrega de viaturas pelo Governador Geraldo Alckmin para os Bombeiros. Tirei fotos dos carros antigos, fiz um selfies e corri mais 1k lá dentro.
Voltei correndo e foi ainda mais gostoso. Percebi que depois dos 5k meu corpo encontra o pace confortável e meu batimento cardíaco se estabiliza. Amei.
Levei um Carbo em gel que tomei após o 5k e também uma garrafa com maltodextrina. Cheguei super bem. Vou repetir essa empreitada mais vezes.