quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Nova etapa

faz um tempo que não passo por aqui! Estou numa nova fase das corridas agora estou com o Nilton Ferreira Assessoria. E estou amando. Treinos de terça e quinta-feira no Museu do Ipiranga. Nas terças, como é meu rodízio, vou de bike. Está sendo muito motivador.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Primeira corrida oficial do ano

E domingo, dia 06 de março, foi a abertura oficial do meu calendário de corridas de rua. Comecei com uma prova exclusiva feminina, a WRUN. Esse tipo de prova é bem interessante. Além de contar com patrocinadores que oferecem mimos bem femininos, o clima da prova é muito legal.  A arena da WRUN foi montada dentro do Jockey Club de São Paulo, onde foram oferecidos serviços de massagem, maquiagem, exercícios, esmalteria etc. Esse é o terceiro ano que vou nessa prova e a cada vez, o número de inscritas aumenta e as filas também.
Para se ter uma ideia, a Edilene, minha mãe e eu chegamos às 9h15, retiramos os nossos kits em 10 minutos e ficamos na fila da massagem por quase 1 hora, embaixo de um sol ardido... E para distrair meninos distribuindo camisinhas douradas com sabor champagne e gel lubrificante (ehehehehehe). Também era possível tomar sorvete de açaí a vontade.  Apesar do tumulto, ainda assim, vale a pena... É muito bom ter um tempo com as amigas para conservar, falar besteira ou simplesmente estar juntas.
No domingo, fomos de carro para o Jockey e estacionamos o carro do outro lado da Marginal Pinheiros. Decisão acertada, já que quem optou por deixar o carro nos arredores da corrida se deu mal. Além de pagar R$ 30,00 para flanelhinhas, as mulheres eram orientadas a estacionar em lugares proibidos e levaram multa.
Minha largada foi às 7h20 e fui bem até o quilômetro 4, quando comecei a sentir os sinais mais fortes da labirintite que me acompanha. Passei mal, quase desmaiei. Mas segurei, respirando fundo e não parei porque aí seria difícil levantar. Conclui os 8k em 59 minutos. Uma lástima e ao mesmo tempo, uma glória.
Na segunda-feira voltei ao fortalecimento e ontem fui fazer minha corridinha de rua... Mas não consegui nem aquecer. Em 1 quilômetro senti uma fisgada na panturrilha esquerda. Como já tive esse tipo de lesão na perna direita, resolvi parar e voltei caminhando. Agora estou aqui, com cheiro de Dorflex IceHot e achando que não vai dar para fazer o Circuito das Estações no Domingo.





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Primeiro dia útil de férias

Hoje o dia foi reservado para as últimas obrigações antes da viagem. De manhã fui comprar material escolar: livros, canetas, lápis, papel etc. Também foi de entregar os últimos documentos da matrícula dos meninos que não entregamos em dezembro.

E agora a tarde fui cuidar dos cabelos, já que meus cabelos brancos não me deixam ficar sem visitar o salão por mais de 2 meses. Agora estou aqui na padaria, bebendo um café e comendo um pastel de Santa Clara que eu amo.

Estou tentando entrar no ritmo de férias. Abri meu e-mail da empresa 3 vezes hoje. Não vejo a hora de chegar no Chile.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Uma nova etapa

Hoje iniciamos uma nota etapa na nossa vida. Vou ajudar meu filho Matheus a entrar em forma. Ele sempre foi um bebê esfomeado, mamava a cada 2 horas. Depois, aceitou todas as papinhas e sempre comeu de tudo. Demorei muito para apresentar doces e refrigerantes para ele e, acho que por isso, ele muitas vezes troca o refrigerante por suco. O problema é que é sempre em grandes quantidades.


Ele sempre foi agitado e sempre gostou de esporte. Fez natação, judô, futebol, bicicross... mas no último ano ficou apenas com o futebol para poder se concentrar no estudo. Agora está reclamando que está gordo, não quer mais tirar a camiseta, não desce mais para a piscina. Então vamos focar em atividades físicas.


Como também engordei bastante, mesmo com a corrida. Minha ideia é fazermos natação juntos. Acho que será bem legal. Como vamos viajar de férias para o Chile daqui há dois dias, a natação vai ficar para depois das férias. Mas já descemos hoje e fizemos 30 minutos de aeróbico.


Hoje o peso dele é de 65,4 quilos. Depois eu meço a altura.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Minha primeira São Silvestre

Eu saindo de casa
Eu, a Andréa, a Edilene e a Lilian no Metrô
O ano de 2016 foi um ano difícil do seu começo ao fim. Ano de grandes lutas, de muita dedicação e esforço, mas de muitas entregas também. Fiz a minha primeira Meia Maratona, só por isso já será um ano marcante. Mas também foi o primeiro ano em que Daniel não teve uma única infecção urinária. Aí então, acaba sendo um ano que será lembrado como fantástico. Mas para encerrar esse ano de tantas lutas em grande estilo, resolvi participar da minha primeira São Silvestre. Sim... participar da famosa e mais tradicional corrida de rua de São Paulo. 15 quilômetros no verão brasileiro, com um trajeto cheio de subidas e descidas!!!

Decisão de Participar
A decisão aconteceu ainda no primeiro semestre, quando as inscrições foram abertas. Sem feriado de Ano Novo (a passagem se deu na madrugada de sábado para domingo) e como trabalharia todos os dias antes da semana entre o Natal e a Passagem de Ano, achei que não seria judiar tanto da família. Afinal se tivéssemos um feriado prolongado, eu precisaria forçar todo mundo a não viajar para que eu pudesse fazer a corrida.
Meu número
A participação de mais duas amigas minhas: a Edilene e a Lilian também me ajudou a não desistir. No final ainda tivemos a companhia da Andréa, que se juntou a nós de última hora.
Antes da inscrição conversei com muitos amigos que já tinham feito. Todos, TODOS me falaram que essa não seria uma corrida para correr ou buscar tempo. E sim uma prova divertida, dura e muito, muito desafiadora. Me alertaram que seria mal organizada, que haveria tumulto desde a retirada do kit até a largada. E que os pontos de hidratação seriam insuficientes. Com tudo isso, fui super bem preparada para sofrer, mesmo pagando R$ 170 pela inscrição.
No final, acho que foi importante ter sido tão alertada porque acabei me poupando de alguns estresses. Por exemplo: fui buscar o Kit no segundo dia de distribuição e na parte da tarde (tradicionalmente o dia mais vazio) e deu certo. Deixei o carro no estacionamento, porque os flanelinhas cobram super caro para cuidar do carro perto do Ginásio do Ibirapuera (paguei R$ 10,00, enquanto na rua estava sendo cobrado R$ 30).
No dia da corrida, fui de metrô e cheguei uns 40 minutos antes da largada. Também fui preparada para largar bem depois da multidão. A largada aconteceu às 9h00 (sim, e no alto verão de S.P) e passamos no pórtico às 9h20. Também levei dinheiro trocado e comprei duas vezes água no percurso. Isso atrapalhou meu tempo, mas garantiu que eu chegasse inteira.

Emoção

Outra coisa que me alertaram corretamente foi sobre a emoção que eu sentiria. Sei lá se é 
por causa da época do ano, em que já estamos exaustos. Se é porque sabemos que colocaremos o nosso corpo em uma situação extrema (o calor estava desesperador: acima dos 31 graus na largada). Se é porque faremos uma corrida que desde pequenos acompanhamos na TV. Se é porque passaremos por ruas tão tradicionais da cidade amada. Ou simplesmente porque estamos sentindo a energia de mais de 50 mil pessoas (sendo que 33 mil estavam inscritos, mas havia muita pipoca).
Só sei que quando fomos para a concentração, antes da largada, não parava de arrepiar. E quando passei pelo pórtico chorei... chorei mesmo.
E as emoções não pararam por aí. Logo no primeiro quilômetro, quando passamos no túnel para acessar a Dr. Arnaldo, já foi demais. Esse túnel é vazado e as pessoas ficavam lá em cima gritando e incentivando. E os atletas cantando, gritando e acenando. Um show.
A descida da Pacaembu foi FODA. Não existe outra palavra para definir. Super íngreme e não tinha como largar o corpo porque a avenida estava tão cheia que se eu soltasse era capaz de derrubar alguém. Outra coisa que mexeu comigo foi poder passar no meio de mendigos, usuários de crack, moradores de rua e dos cortiços sem medo. Eles compartilharam a alegria com a gente, incentivaram e até ofereceram bebida!
Outros incentivadores foram os garis. Mexiam com os fantasiados, ofereciam palavras de sustentação e brincavam o tempo todo.
E por falar em fantasiados... Oh Meu Deus! Que vida difícil a deles. Com aquele calor que chegou a 39 graus, muitos correndo de Pirata do Caribe, de Mário Bros, de Chaves, de Chiquita, de Gandhi, de Jesus, de Mortícia, de Malévola, de Dálmatas... Que fantasias pesadas e quentes... Mas não vi ninguém desistindo e nem tirando a roupa. Até mesmo o casal que correu grudados com um TNT amarelo, como se fossem irmãos gêmeos.

Temida Brigadeiro
Todos corredores da São Silvestre temem a subida da Brigadeiro Luiz Antônio. Eu? Eu não via a hora de chegar. Já tinha definido que não correria essa subida. Já sabia que eu iria me poupar. E a avenida marca os últimos 2km da corrida. Quando entrei na avenida, estava super feliz. Até porque trabalhei lá e passar por aquelas ruas me trouxe lembranças felizes de um tempo que eu morro de saudade. Além disso, na Brigadeiro é possível ver um monte de gente já com as medalhas. Pessoas que já terminaram e que voltaram para incentivar os retardatários. Muitos até oferecem cerveja gelada, dá para acreditar?

Voltei a correr quando consegui ver a Avenida Paulista. Queria terminar a corrida... correndo, claro. E aí desmoronei em chorar. Um choro maravilhoso de missão cumprida. De tarefa concluída e de superação. Pegar a medalha foi só a coroação da minha vitória. A Lilian e a Edilene foram mandando mensagens pelo whats e a gente foi curtindo a alegria da outra. Muito bom poder sentir e compartilhar a nossa alegria.
Decepção
A única decepção foi a reação do meu marido. Eu queria muito que ele e meus filhos compartilhassem esse momento comigo. Então montamos um esquema para que os maridos e os filhos fossem para a Paulista esperar nossa chegada. O Angelo foi tão de má vontade que acabou estragando tudo. Tínhamos uma mesa reservada para um chopinho depois da corrida na prainha. Mas ele não quis ir até lá porque a Paulista estava lotada. (Ah! Aqui fica uma dica: andar pela Alameda Santos que é uma paralela da Paulista).
No final, acabou fazendo com que todas as 4 famílias voltassem de metrô para comer alguma coisa no meu bairro. Depois de correr 15k, num sol do Saara, minhas amigas e eu não pudemos relaxar e tomar um chopp gelado. Foi de irritar.
Sabe aquela coisa da expectativa e da realidade, que as pessoas postam fotos no Facebook? Na minha mente, eu esperava que minha família fosse estar feliz, me esperando para me abraçar, alegre pela minha conquista. A realidade foi um marido bufando, bravo e maltratando a todos. Isso acabou com até com a minha noite do Ano Novo. E para falar a verdade, estou até agora (14 dias após o ocorrido) ainda bem magoada com essa realidade.
Mas vai lá! Mais um aprendizado. Não posso misturar a corrida com a minha família. Eles não conseguem compartilhar dessa alegria, fazer o que.

 
 

domingo, 17 de julho de 2016

Meus primeiros 16k

Hoje fiz a minha primeira prova de rua com 16K. Apesar de ter me inscrito para 8k no Circuito Athenas, vinha treinando para fazer o trajeto mais longo, como parte da preparação para a Meia em outubro. Como esse trajeto é mais plano e essa época do ano, a temperatura é mais amena, imaginei que seria uma boa oportunidade para mostrar para mim mesma que estou no caminho certo da preparação.
E foi exatamente isso que aconteceu. Foi uma corrida gostosa, cheia de curtição e saí com a certeza de que o treinamento e a dedição vão dar resultado.

Retirada do Kit
A curtição já começou na retirada do Kit. Peguei a sexta-feira de folga para tirar alguns documentos dos meninos e passar a tarde com eles. O meu afilhado Murillo dormiu aqui em casa e depois de terminada a fase burocrática do dia, fomos nós quatro no Shopping Bourbon fazer a retirada.
Como sempre, a Iguana é bem organizada. A única crítica é que ainda exige muito papel para a retirarada de Kits de terceiros. Eu precisava pegar o meu, o da Lilian, da Fernanda, da Edilene e da Andrea.
Kits na mão e fomos para o Aquário de São Paulo (e essa é outra história).

Corrida
Saímos de casa, a Edilene e eu às 5h00 da manhã para irmos de metrô e de trem. Mesmo sendo mais puxado, gosto mais dessa aventura do que ficar brigando por lugar para estacionar e depois pagar flanelinha. Pegamos as linhas azul, verde e amarela. Depois pegamos o trem, sentido Grajaú para descer na estação Santo Amaro. O trem demorou muito e mais uma vez chegamos faltando 10 minutos para a largada. Fomos até o guarda-volumes e largamos às 7:10. As meninas já tinham largado.
O bom de largar depois é que a gente não pega aquela muvuca. E apesar de lotada, a nossa largada foi extremamente tranquila. Na maior parte do trajeto dava para ultrapassar outros corredores com segurança.
Como essa semana senti um pouco minha panturrilha, fui testando e sentindo se valeria a pena correr os 16k ou ficar nos 8 mesmo. No quilômetro 4, havia a divisão entre os atletas e eu decidi que iria em frente. Conferi meus sinais e tudo estava bem.Confiante, fui me deixando levar pela concentração.

A temperatura
Hoje a temperatura estava muito baixa de manhã. Mesmo correndo (dizem que o corpo sente em torno de 10 graus a mais que a temperatura externa) as mãos e braços ficaram gelados por quase todo o tempo. O bom é que com esse friozinho, o corpo sente menos desconforto. Com isso, fui ganhando quilômetros e quando vi já estava na Ponte Ary Torres, que fica na avenida Bandeirantes. Já havia vencido 8k e estava inteiraça. Fiquei animada e até mudei meus planos.
Na minha estratégia original eu iria caminhar uns 500 metros no 8o. quilômetro para tomar meu gel e hidratar, mas eu estava tão bem que resolvi seguir em frente. No 10o. quilômetro vi a Cláudia ainda do outro lado da corrida, ela tinha me dito que ia aproveitar a rua fechada para fazer um treino independente. Dei um tchau para ela, mas vi que estava preocupada. Mais uns 2 minutos e ela estava ao meu lado. Contou que a Andrea tinha tropeçado nas tartarugas de sinalização e caído. Fiquei sem reação!!! Mas ela me acalmou, dizendo que já a haviam socorrido e possivelmente levaria uns pontos, mas estava bem.
Assim que a Cláudia voltou a correr, parei para caminhar e mandar whats para avisar a turma. É estranho como o cérebro fica meio lento. Demorei um pouco para tentar ligar para a Andrea (que não atendeu) e mandar as mensagens. Aproveitei para tomar meu gel e hidratar. Voltei a correr. No 13o. a Andréa me ligou para dizer que estava tudo bem e eu caminhei por mais 1 minuto. Nesse momento, voltei pro ritmo. Assim no total, devo ter caminhado uns 800 metros. E trotado por 1,2K.

Final
Quando dei por mim, faltam apenas mais 500 metros e logo vi o pórtico de chegada. Concluí a prova com 1:50. Não fiz tempo, mas deu uma grande satisfação por chegar muito inteira.

Amigas 
Fiquei muito chateada por ver a Andrea machucada. Realmente ficou roxo e ela levou pontos no supercílio (será que é assim que se escreve???). Mas a equipe do Posto Médico foi excelente e ela contou também com a ajuda de outros corredores. Cair faz parte. Eu já caí também e diversos outros atletas tiveram esse azar. A gente fica chateado por não concluir a prova, fica querendo saber o que aconteceu. É bem chato mesmo. O lado bom é que ela está animada para fazer outra. Não gostaria que a minha amiga desistisse agora.

Pós corrida
Aproveitei a tarde para dormir. Descansei por umas 2 horas e acordei super bem. Meus músculos estão doloridos, mas inteiros. Amanhã tem fortalecimento e vou aproveitar para fazer um trotinho regenerativo e na terça-feira tem mais treino de rua. Nesse final de semana vou fazer um longão de 18k. 
Tô bem animada. Ter essa meta mudou muito a forma como estou encarando a corrida. 

domingo, 3 de julho de 2016

Aniversário da Lilian - Comemoração em grande estilo


A corrida tem dessas coisas: a Fernanda me apresentou à Lilian (os filhos estudam na mesma escola). Eu apresentei a Edilene (moramos no mesmo prédio e temos filhos da mesma idade). Agora apresentei a Andrea, que trabalha comigo. Também fui apresentada à Ariane (que é mãe do Pietro que estuda com meu sobrinho) pela Fernanda. A Ariane apresentou a Paula. Por outro lado, apresentei a Claudia e a Cida (que também trabalham comigo). Isso só para citar as amigas de corrida mais assíduas. Nessa brincadeira, nosso grupo vai ficando repleto de mulheres.
E hoje é aniversário da Lilian. Uma mulher fantástica, de fibra e que estamos aprendendo a amar de verdade. Na semana passada fomos à casa dela comemorar o aniversário do filho, o Enzo. E hoje tomamos um café da manhã em comemoração ao aniversário dela, depois de uma corrida deliciosa.


Nesses encontros, aproveitamos para fazer terapia feminina. Falamos sobre o trabalho, casamento, filhos, doenças, superações e objetivos de vida. Nossas conversas são saudáveis e produtivas. Terapia sem psicólogo, mas em grupo. Uma delícia. Faz 1 ano e meio que estou vivendo esse clima e quero que isso permaneça por toda a minha vida.


Quando ficar velha não quero jogar bingo, quero correr no parque com as minhas amigas.